sábado, 9 de março de 2013

Não é preciso ir até Roma para visitar o interior da Capela Sistina. O site oficial do Vaticano traz uma imagem em 360° que permite navegar detalhadamente pelo interior da capela, incluindo o piso, as paredes e o teto. É possível observar os afrescos.
http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html

sexta-feira, 8 de março de 2013


Fofoca no trabalho. Fique alerta!

http://www.atmosferafeminina.com.br/



Qualidade de vida tem que incluir o ambiente de trabalho. Afinal, é onde passamos a maior parte do nosso tempo. Em recente pesquisa do LinkedIn, uma das mais populares redes de contatos profissionais da internet, cerca de 17 mil usuários de 16 países responderam a pergunta: “O que mais te irrita no escritório?”. Entre os brasileiros, 83% dos consultados citaram a fofoca em excesso, e a média geral, entre todos os entrevistados, foi de 62%. Além de irritar, a fofoca pode atrapalhar sua carreira profissional, então o melhor é ficar longe dela. 
Identifique o fofoqueiro e mantenha distância
Não é difícil reconhecê-lo. Geralmente é aquela pessoa que “fala pelos cotovelos”, de outras pessoas, especialmente quando elas não estão por perto. “O fofoqueiro tem como foco espalhar a discórdia e o desentendimento, ‘quer ver o circo pegar fogo, para ver o palhaço morrer queimado’ com seus comentários desleais e inapropriados que contribuem para criar um clima organizacional de péssima qualidade”, diz Sandro Pereira, coaching internacional e diretor da Provider Treinamentos Corporativos. 
A principal arma do fofoqueiro é a nossa curiosidade, portanto, cuidado: ao perceber que se trata de fofoca, responda serenamente que não tem conhecimento sobre o assunto e mude o rumo da conversa. É prudente evitar fazer parte do grupo, afinal, se hoje ele fala de um colega, amanhã poderá estar falando de você também. “Uma das maneiras mais destrutivas de conversação é o ‘disse me disse’ que acontece no ‘ABC’ (água, banheiro e café) e nos corredores da empresa, que acaba por cultivar tensão entre as pessoas, podendo prejudicar a imagem de algum colega de trabalho, ou mesmo de toda a organização”, afirma Sandro.
Se o alvo for você
Uma forma de evitar esse tipo de comentário é manter uma postura profissional no ambiente de trabalho. Entre os colegas pode estar alguém procurando uma oportunidade para ‘puxar o seu tapete’. Mas, se a fofoca já estiver rolando solta nos corredores, a melhor atitude a tomar é munir-se de paciência e conversar com o fofoqueiro, esclarecer o assunto.
“Precisamos entender que cada um de nós é uma parte significativa dos sistemas nos quais trabalhamos, e nossa atitude influencia outras pessoas. Portanto, dentro da empresa, procure manter o equilíbrio e a serenidade, opte por uma postura formal, cuide sempre da sua imagem e demonstre suas ações por força do seu caráter. Aja de forma leal e delicada, não ignore o problema. Preferencialmente, chame a pessoa para uma conversa franca e aberta, esclareçam o assunto de maneira definitiva. Se for preciso, leve a questão ao seu gestor”, ensina o coaching.
Dicas para driblar os fofoqueiros
1. Nunca fale mal das pessoas, principalmente das que trabalham com você. Se houver algum problema entre vocês, seja objetivo e chame para uma conversa esclarecedora.
2. Tenha consideração sincera pelos outros, seja capaz de dar e receber opiniões construtivas. Fale a verdade e esteja pronto para ouvir também, sem com isso criar um clima de hostilidade.
3. Mantenha a neutralidade quando alguém estiver falando mal do outro, evite fazer comentários que possam ser utilizados de forma desleal e desrespeitosa. Se você concordar e falar mal também, a outra pessoa vai saber e sentirá que deverá fazer o mesmo em relação a você. 
4. Quando ouvir um comentário negativo acerca de uma pessoa, reflita se essa conversa agrega alguma coisa, se prejudica alguém ou a empresa, e como você se sentiria se isso fosse dito sobre você. 
5. Depois disso, questione seu interlocutor: A. O que você vai dizer agrega valor positivo para nós e a empresa? B. Posso falar com a própria pessoa e com as outras que você está dizendo isso dela?
6. Crie o hábito de falar bem dos outros, procure focar nos aspectos positivos que cada um possui, sem com isso se transformar em um “bajulador”. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Os Remédios Espirituais
Os remédios espirituais diferem radicalmente dos remédios materiais. Enquanto que o remédio material ataca a doença superficialmente, isto é, apenas na manifestação física, o remédio espiritual age diretamente sobre a causa profunda que originou a moléstia, isto é, sobre as manchas apresentadas pelo perispírito.
O remédio material cura o corpo e não cuida do perispírito; portanto, se a doença tem sua origem no perispírito, a cura será apenas aparente e momentânea, porque enquanto persistir a mancha espiritual, sempre se manifestará a doença, quer sob uma forma quer sob outra.
O remédio espiritual dirige-se especialmente ao perispírito, porque estando curado o perispírito, necessariamente o corpo material é o reflexo do perispírito, nosso corpo espiritual.
Daí podemos tirar a seguinte conclusão lógica: corpo espiritual saudável é igual a corpo material saudável; corpo espiritual doente é igual a corpo material doente.
Conquanto o doente tenha por dever lutar por integrar-se na posse da saúde material, não deve esquecer-se de que a doença, principalmente essas que não encontram cura na Terra, é um remédio enérgico para a cura de seu corpo espiritual.
E alguns doentes necessitam de mais do que uma reencarnação dolorosa, a fim de que seu perispírito possa curar-se das tremendas manchas adquiridas em existências passadas.
Os remédios espirituais consistem em fluidos. Os fluidos são ministrados aos doentes por dois meios: pelo passe e pela água fluida. Os passes são aplicados pelos espíritos curadores, geralmente com o concurso de um médium curador. E a água fluida é a água comum fortemente impregnada de fluidos.
A bondade divina não depende dos homens para manifestar-se. Assim sendo, os doentes que não puderem contar com o auxílio de um médium curador para se beneficiarem, poderão receber em seu próprio quarto os remédios espirituais de que necessitam: terem seus passes e sua água fluida.
Para isso, procederão da seguinte maneira: escolherão uma determinada hora diária, sempre a mesma; será uma hora em que estarão o mais livre possível das preocupações materiais; colocarão sobre a mesa um copo d'água; orarão fervorosamente a Deus e a Jesus pedindo que um mensageiro possa ministrar-lhes um passe e fluir-lhes a água.
Não se esquecerão de estender o benefício da prece a seus irmãos que sofrem, quer encarnados quer desencarnados, certos de que o que pedirem para os outros isso mesmo receberão.
Cinco minutos, mais ou menos, de prece fervorosa e de boa concentração, é o suficiente. Em seguida beberão a água confiantes em que estão ingerindo o remédio que lhes fará bem e que lhes foi transmitido um passe.
Os doentes incuráveis encontrarão profundo alívio se assim procederem. A resignação ante a prova ou expiação pela qual estão passando, a calma interior que passarão a desfrutar, lhes aligeirarão o pesado fardo e a Esperança brilhará em seus corações, clareando-lhes a estrada para a felicidade futura.
Eliseu Rigonatti

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

#SOBRE RELIGIÃO.
Aquilo a que chamamos religião não passa de crença organizada, com dogmas, ritos, mistérios e superstições. Cada religião tem seu livro sagrado, seu intermediário, seus sacerdotes e seus métodos próprios de ameaçar as pessoas e mantê-las sob seu domínio. Quase todos nós fomos condicionados para aceitar tudo isso - e tal condicionamento se chama educação religiosa, cujo resultado é por o homem contra homem, criar antagonismo não só entre os crentes mas também entre aqueles de crenças diversas. Embora todas as religiões protestem adorar a Deus e ensinam o amor mútuo, todas elas instilam temor, com suas doutrinas de recompensa e punição e, com a rivalidade de seus dogmas, perpetuam a desconfiança e o antagonismo.
Dogmas, mistérios e ritos não conduzem à vida espiritual...
A chamada educação religiosa, tal como é ensinada, desaconselha a investigação e a dúvida, porém só quando investigamos o significado dos valores que a sociedade e a religião colocaram ao redor de nós é que começamos a descobrir o verdadeiro...
A maioria das pessoas com inclinações religiosas, que fala de Deus e da imortalidade, não crê fundamentalmente na liberdade e na integração individual; entretanto, religião é o cultivo da liberdade, a busca do autêntico. A liberdade não admite meias medidas. Liberdade parcial para o indivíduo não é liberdade, em absoluto. Qualquer espécie de condicionamento, político ou religioso, não é liberdade e nunca trará a paz.
A religião não é um meio de condicionamento. É um estado de quietude em que reina a realidade, Deus; mas esse estado criador só pode manifestar-se quando há autoconhecimento e liberdade. A liberdade trza virtude, e sem a virtude não pode haver tranquilidade. Mente tranquila não é mente condicionada, não é mente disciplinada ou exercitada para estar tranquila. Só vem a tranquilidade quando a mente compreende seus próprios movimentos, que são os movimentos do "eu".
Religião organizada é pensamento que se congelou e sobre o qual o homem construiu seus templos e suas igrejas; e que se tornou um consolo para os tímidos, e um narcótico para os que sofrem. Mas Deus ou a Verdade estão muito além do pensamento e das necessidades emocionais.
Krishnamurti - A Educação e o Verdadeiro Significado da Vida

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013


SAL GROSSO CIENTIFICAMENTE PROVADO SAL GROSSO - ONDA VIOLETA 
Quem diria! O Sal grosso tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta! Interessante!!! Por isso que funciona... Aproveitem! Os Poderes do Sal Grosso 
O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes. 
Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas. 
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas. 
Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos
Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados. 
As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura. 
A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação. 
A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado. 
Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos). 
Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas: 
Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.
Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada. 
A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa. 
Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário. 
Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal. 
Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra. 
Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver. 
No Japão, o sal é considerado poderoso purificador. 
Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora. 
Símbolo de lealdade na luta de sumô. 
Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade. Use esse poderoso aliado! 
É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético! 
Modo de tomar o banho de sal grosso 
Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha. 
Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo. 
Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias. 
Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante. 
O famoso banho de assento, com água morna e bicarbonato de sódio, é excelente para a higiene íntima, pois evita infecções. 
Mas no banho, o único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado. 
Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha. 
Não são aconselháveis banhos frequentes com o sal. 
Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro. 
Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso. • 
Fisiológicos: 
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus. 
Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde
Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.
Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações. 
Ajuda a aliviar artrite e reumatismo
Ajuda a aliviar a dor lombar crônica
Benefícios estéticos: 
Tira as impurezas da pele
Alivia irritações da pele como psoríase /eczema. 
Alivia comichão, ardor e picadas. 
Suaviza e amacia a pele• Incentiva a pele se renovar.
Ajuda a curar as cicatrizes. 
Restaura o equilíbrio a umidade da pele.
Ocupacional: 
Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna
Alivia a tensão nas mãos e punhos. 
Ajuda a aliviar lesões ocorridas nas práticas esportivas. 
Psicofísica: 
Proporciona um relaxamento profundo
Ajuda a aliviar o estresse e tensão.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013




Valeriana (Valeriana officinalis)
É uma planta herbácea de sabor aromático, forte, característico e pouco amargo. É originária da Europa e oeste da Ásia, sendo bastante utilizada pelos médicos árabes e durante a Primeira Guerra Mundial para tratar neuroses. A diversidade de seus efeitos terapêuticos é conhecida desde os tempos do Renascimento. Era muito usada pelos médicos para tratar dos ataques histéricos das damas da nobreza européia.
Seu nome origina-se da palavra latina 'valere', que significa saúde. A valeriana já era conhecida pelos anglo-saxões no tratamento do sistema nervoso em casos de excitação e insônia. Os incas serviam-se dela como ungüento para massagens, obtendo uma pasta a partir da mistura da raiz pulverizada com óleo, que era utilizada como relaxante muscular e calmante para a pele.
A valeriana também é conhecida pelos nomes de valeriana silvestre e erva-dos-gatos. Esse nome deve-se a um fato inusitado: os felinos, de modo geral, e os gatos em particular, parecem saber das propriedades da planta e a usam como relaxante muscular. Alguns estudos veterinários verificaram que determinados animais são viciados na planta, e que alguns de seus componentes podem agir no sistema nervoso animal como uma espécie de droga.
A atividade sedativa da valeriana deve-se a um componente chamado valeropotriato, que é extraído do óleo essencial. Essa substância age como depressora do sistema nervoso, atenua a irritabilidade nervosa, melhora a coordenação e reduz a ansiedade, fazendo com que a valeriana seja usada oralmente como sedativo hipnótico para insônia, distúrbios do sono e ansiedade, para distúrbios de humor, tais como depressão e distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade (DDAH), para diminuir cólicas menstruais e para ajudar a aliviar a dor muscular e nas articulações.
Diversos estudos comprovam a capacidade da valeriana de reduzir o tempo para adormecer e melhorar a qualidade do sono.
Como qualquer fitoterápico, a valeriana também possui algumas contra-indicações: não deve ser usada por pacientes hipertensos, crianças abaixo de 12 anos, gestantes e mulheres em fase de amamentação.
Seus principais efeitos colaterais são: cefaléia, agitação, reações alérgicas cutâneas, aumento da pressão arterial, insônia e excitabilidade (quando doses muito superiores a 1000mg/dia). O uso da valeriana a longo prazo também foi associado com doenças hepá¬ticas. Algumas pessoas podem apresentar cefaléia, desconforto, distúrbios cardíacos, náuseas matinais e comprometimento no estado de alerta. Há potenciais interações com álcool, com outras ervas e com drogas com propriedades sedativas.
A dose diária varia para cada paciente, devendo ser individualizada através de uma consulta médica, mas não deve ultrapassar 1000mg diários.
Partes utilizadas: raiz e rizomas.
Extratos disponíveis na farmácia: extrato seco (cápsulas), tintura-mãe e tintura oficinal (líquidos).
Referências bibliográficas:
1. Albrecht M, Berger W, et al. Psychopharmaceuticals and safety in traffic. Zeits Allegmeinmed, v. 71, p. 1215–21, 1995.
2. Brown DJ. Herbal Prescriptions for Better Health. Rocklin, CA: Prima Publishing, , p. 173–8, 1996.
3. Dressing H, Köhler S, Müller WE. Improvement of sleep quality with a high-dose valerian/lemon balm preparation: A placebo-controlled double-blind study. Psychopharmakotherapie, v. 6, p. 32–40, 1996.
4. Kohnen R, Oswald WD. The effects of valerian, propranolol and their combination on activation performance and mood of healthy volunteers under social stress conditions. Pharmacopsychiatry, v. 21, p. 447–8,1988.
5. Mennini T, Bernasconi P, et al. In vitro study on the interaction of extracts and pure compounds from Valeriana officinalis roots with GABA, benzodiazepine and barbiturate receptors. Fitoterapia, v. 64, p. 291–300,1993.
6. Leathwood PD, Chauffard F. Aqueous extract of valerian reduces latency to fall asleep in man. Planta Med. v. 51, p.144–8, 1985.
7. Leathwood PD, Chauffard F, Heck E, Munoz-Box R. Aqueous extract of valerian root (Valeriana officinalis L) improves sleep quality in man. Pharmacol. Biochem. Behav., v. 17, p. 65–71, 1982.
8. PDR for Herbal Medicines, 2.ed, p.783-5.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ótima dica !
Como Lidar com a Arrogância dos Colegas de Trabalho 
A arrogância vem do orgulho exacerbado, que é observada por meio da altivez no trato com as pessoas. Normalmente o olhar e o tom de voz denunciam a arrogância. Já o prepotente é aquele que se utiliza do poder para se sobressair ou para fazer valer a sua vontade. 
Mas tanto a arrogância quanto a prepotência podem ter a mesma origem: baixa estima. A autoestima é formada pela autoconsciência (conhecimento de si mesmo), autoconfiança, autorrespeito e amor próprio. 
Todos nós temos uma imagem real (o que realmente somos) e uma imagem idealizada (o que gostaríamos de ser). A pessoa orgulhosa demais acaba se apegando na imagem que ela "gostaria de ser" e não na que "realmente é". Talvez porque o que ela realmente é seja algo ruim para ela. Algumas experiências passadas podem ter deixado marcas negativas em sua autoestima, de modo que ela duvida de si mesma, de seu potencial, de sua inteligência e de sua beleza. 
A baixa estima causa sentimentos de menos valia, rejeição, tristeza e angústia, e como é muito ruim lidar com tudo isso, por uma defesa inconsciente, a pessoa se apega à imagem que ela gostaria de ser - alguém melhor, mais sábio e mais inteligente. A arrogância afasta as pessoas, mas para quem tem baixa estima, esse distanciamento é considerado positivo porque traz a ilusão de que, à distância, as pessoas não verão o que ela tanto esconde: ela mesma. 
O medo explica a forma rude que, muitas vezes, o arrogante trata as pessoas. O arrogante só está tentando se defender das próprias fantasias inconscientes e, em muitos casos, a melhor defesa é o ataque. Ao atacar ele só quer se certificar de que as pessoas realmente se manterão à distância, evitando assim o "desmascaramento". 
Não é à toa que a arrogância, vem acompanhada da prepotência, porque o inseguro precisa muito se proteger. Aliás, ele passa a maior parte do tempo pensando em como proteger a imagem criada, a manter as pessoas à distância de forma a não ser desmascarado, e confirmar seu poder impondo que as pessoas façam as suas vontades. O poder, nesses casos, é um grande aliado. E, num momento de defesa, "por que não usar o poder?" – pergunta-se o arrogante temeroso. 
A dificuldade de lidar com o arrogante ocorre porque ele atinge o nosso próprio orgulho. Sim, só se sente ofendido quem também é orgulhoso, e o orgulhoso é mais propenso ao sentimento de orgulho ferido, é mais melindrado, fica mais chateado, e com mais raiva, do que aquele que possui autoestima equilibrada. 
Por isso, seguem algumas dicas para lidar com pessoas arrogantes no trabalho: 
1. Mostre que você está lá para ajudá-lo e não para competir; 
2. Conquiste a confiança e dê feedbacks sempre que possível: lembre-se que feedback deve ser dado da seguinte forma: 
Coloque os pontos positivos 
Informe, baseado em fatos observáveis, o comportamento que a pessoa teve e as consequências do mesmo, por exemplo, "o fato de ter chamado a nossa equipe de incompetente durante a reunião, gerou insatisfação geral e isso teve um impacto negativo no nosso rendimento". 
3. Observe a si mesmo e suas reações. Se você se sente ofendido com frequência, perceba se você também não está sendo vítima de seu próprio orgulho. A pessoa com autoestima não se ofende com facilidade porque reconhece seu próprio valor e não toma agressões como sendo pessoais. 
Após saber lidar com o arrogante, vale algumas dicas para não cair na armadilha da arrogância: 
1. Desenvolva a autoconsciência: quanto mais a pessoa se conhece melhor é o ajuste entre a "imagem que gostaria de ser" e "o que você realmente é". 
2. Desenvolva a autoconfiança: a confiança em si mesmo é desenvolvida pela coerência entre o que se pensa e fala sobre si mesmo e o que realmente se faz. Por exemplo, se ser uma pessoa determinada é algo positivo, você deve conseguir enxergar no dia a dia comportamentos que mostrem que você realmente é uma pessoa determinada. 
3. Desenvolva o autorrespeito: conhecer as limitações é importante para saber até onde você aguenta determinada situação e se resguardar de um desgaste maior. Também é importante valorizar e respeitar aspectos positivos de si mesmo. 
4. Ame a si mesmo: quem não tem amor por si mesmo, dificilmente terá amor para com o outro. Quem cobra muito de si, irá cobrar muito do outro. Aprenda a perdoar a si mesmo, pois assim será mais fácil tolerar e perdoar as dificuldades alheias. 
Meiry Kamia - Palestrante, psicóloga, mestre em Administração de Empresas, consultora organizacional.
_CARPE DIEM_ 
Espaço Terapêutico e Psicoterapia 
Arcy J Milioni – CRTH-BR - 0520
Medicina Alternativa
Avaliação e Tratamento dos Desequilíbrios Psicossomáticos
Dependência Quimica

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013


Editorial - JORNAL OPÇÃO
Edição 1958 de 13 a 19 de janeiro de 2013
Médico deve ser tratado como ‘vítima’ ou ‘vilão’?
Um dos mais importantes urologistas do país, o professor Miguel Srougi responsabiliza o governo federal e empresários predadores pela criação de dezenas de faculdades que não preparam profissionais capacitados e sugere que médicos são mais vítimas do que algozes
“Lição de anatomia do Dr. van der Meer”, de van Mierevelt, 1617/ Museu de Delft
Para aplacar sua má consciência, a sociedade de vez em quando elege seus vilões e torce para que sejam punidos. Depois dos políticos, alguns condenados no processo do mensalão, agora é a vez dos médicos. Muitos são acusados de faltar ao trabalho, e até de falsificar a folha de frequência. Outros são apontados como inaptos e, por isso, eventualmente contribuem para a morte de pacientes. Como se sabe, um paciente pode morrer no hospital mais bem equipado e nas mãos da melhor equipe médica. Porque há problemas que não podem ser resolvidos pela ciência, com sua tecnologia de ponta, e pela qualidade do profissional.
Mas obviamente é muito mais difícil um paciente morrer em hospitais de alta qualidade, como o Sírio-Libanês e o Albert Einstein, do que num hospital da periferia de qualquer cidade. Às vezes, o hospital até tem médicos qualificados, mas não tem a retaguarda técnica necessária para auxiliá-los a garantir a sobrevivência ou a recuperação integral do paciente. Alguns hospitais fazem cirurgia de certo risco, mas não têm unidade de terapia intensiva e, sabe-se, não têm nem mesmo uma farmácia com medicamentos de qualidade inquestionável. Em certos casos, transferidos às pressas e sem condições técnicas suficientes para hospitais mais bem aparelhados, os pacientes acabam falecendo ou ficando com sequelas incontornáveis. Entretanto, no lugar puramente de “atacar” os médicos em geral, é preciso refletir sobre a formação do profissional. O médico Miguel Srougi, pós-graduado em urologia pela Universidade de Harvard e professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), no lugar de escamotear e aderir ao corporativismo típico da profissão, publicou um artigo, “Médicos inaptos: algozes ou vítimas?” (“Folha de S. Paulo”, domingo, 6), que contribui para alargar o debate — acima da passionalidade e da histeria costumeiras.
Srougi começa citando que “54,5% dos médicos recém-formados” no Brasil “são inaptos para a profissão”. O doutor em medicina sugere que “profissionais inaptos devem ser impedidos de exercer a profissão e que uma legislação impondo um exame de capacitação dos novos médicos já deveria ter sido promulgada”. A causa do problema deve ser buscada, na interpretação do urologista, na “mistura de uma sociedade complacente e governantes incompetentes”.
Quando bate palmas para a abertura de novas faculdades de medicina, sem a mínima preocupação com a qualidade tanto do ensino quanto das instalações (inclusos os aparelhos) onde os alunos vão iniciar a prática da medicina, a sociedade está praticamente aceitando a quase “delinquência” de alguns empresários. “Cedendo” aos apelos da sociedade “e à pressão de empresários oportunistas, o governo federal autorizou, entre 2000 e 2012, a abertura de 98 novas faculdades, perfazendo um total de 198 escolas no país; nos Estados Unidos, habitado por 314,3 milhões de pessoas [o Brasil tem menos de 200 milhões de habitantes], existem 137 instituições similares”.
A maioria das novas faculdades, critica Srougi, “não dispõe de instalações hospitalares adaptadas para o ensino e carecem de corpo docente qualificado”. Isto só ocorre porque o poder público cede às pressões de políticos e de empresários influentes e por aquilo que o médico chama de “anseio do lucro desmedido e predador”.
Há uma denúncia grave no artigo de Srougi. Orientado por uma comissão dirigida pelo médico e ex-ministro da Saúde Adib Jatene, o MEC “descredenciou, há um ano, algumas escolas médicas, pela baixa qualidade de ensino”. Entretanto, sem apresentar explicações, convincentes ou não, “a Comissão Nacional de Educação cancelou, em fevereiro passado, a ação corretiva adotada”. Os interesses políticos e empresariais, decerto, calaram mais fundo.
No lugar de estabelecer uma política para melhorar as faculdades de medicina, ou mesmo excluir aquelas que não funcionam e formam médicos inaptos, a presidente Dilma Rousseff anuncia que vai abrir mais 4.500 vagas na área. A sugestão racional de Srougi: “Mais importante do que criar novas faculdades seria aumentar as vagas para residência médica. Cerca de 6.000 novos médicos formados a cada ano não dispõem de locais para realizar a residência, a etapa mais relevante para a formação de profissionais qualificados”. A proposta dificilmente será aceita, porque, do ponto de vista político-eleitoral, o anúncio de mais vagas nas universidades, sobretudo na área de medicina, rende muito mais votos.
Sabe-se que muitos estudantes brasileiros, por não conseguirem ser aprovados nos vestibulares nacionais, migram para países vizinhos, como Bolívia, e mesmo para Cuba — onde a medicina, sem o apoio da extinta União Soviética, retroagiu quase ao curandeirismo, ou à medicina puramente sanitarista (e faltam medicamentos básicos, como antibióticos — que, contrariando a tese de que existe um embargo econômico, chegam ao país por intermédio dos Estados Unidos, mas não em quantidades satisfatórias). Formados, em condições extremamente precárias, voltam ao Brasil e dificilmente conseguem ser aprovados nas provas para residência médica. Srougi acrescenta: “Outra proposta governamental, tão cândida quanto descabida, é autorizar o trabalho em nosso país de médicos patrícios formados no exterior, sem exames de proficiência. Se 54,5% de médicos recém-formados inaptos causam indignação, como reagir ao fato de que em 2011, num exame oficial de revalidação de diplomas de 677 médicos graduados no exterior, 90,5% deles foram considerados inaptos?” Por elegância, Srougi usa a palavra “exterior” — evitando citar faculdades bolivianas e paraguaias. Dificilmente médicos formados em faculdades da Alemanha, da França e dos Estados Unidos têm baixa qualidade.
Ao final do artigo, Srougi faz uma reflexão importante, talvez para incentivar a abertura do debate e evitar condenações peremptórias — que, se são úteis ao sensacionalismo dos jornais e, sobretudo, das emissoras de televisão, não contribuem para resolver o problema (na verdade, favorecem o escamoteamento). “Reconheço que as inquietações expressas sobre as aptidões dos recém-formados são justificadas por quem sente de fora. Mas como um dos que sentem de dentro, não posso deixar de dizer que, ao invés de algozes, a imensa maioria dos novos médicos da nação é vítima de um enredo perverso que mistura uma sociedade permissiva, escolas médicas deficientes e governantes incapazes. Que transformam esperanças incontidas [de tantos jovens e famílias] em sonhos frustrados”, afirma Srougi.
O que Srougi, um dos mais respeitáveis médicos brasileiros, está sugerindo é que é preciso ir além das consequências — os erros médicos primários provocados por formação deficiente e, às vezes, incontornável — e buscar as causas primevas. Mas tudo indica que é mais fácil “culpar” os médicos, porque são a face mais visível e em contato direto com os pacientes, do que investigar a fundo a origem do problema. Medicina, como trata de cuidar da vida — o bem mais importante de todos nós, acima de bens materiais, como automóveis e joias —, não pode ser instrumentalizada por políticos e empresários “predadores”. E os integrantes do governo federal, no lugar de pensarem nas próximas eleições, devem pensar na saúde pública dos indivíduos, notadamente dos mais pobres, as principais vítimas dos médicos mal formados.   

sábado, 12 de janeiro de 2013

A PEDAGOGIA ESPÍRITA
Encontrar um grande amor e ser feliz para sempre é o sonho de muitas pessoas. Muitos passam a vida idealizando sua cara metade; outros, quando se apaixonam, logo acreditam ter encontrado a pessoa ideal, até o momento em que surgem os problemas e as decepções. Como consequência, a desilusão parece desmoronar o castelo construído, como esculturas na areia.
Mas a grande dúvida permanece: nossa alma gêmea realmente existe, ou será apenas um sonho, fruto da imaginação dos mais românticos?
A crença na alma gêmea vem desde a antiguidade. Uma lenda conta que, Deus, no processo de criação do mundo, uniu homens e mulheres em um só corpo (a Bíblia diz que a mulher foi criada a partir da costela de Adão), mas após a queda do Paraíso os seres humanos teriam se distanciado do Criador. Assim, a união foi interrompida, dando origem ao sexo oposto. Desde então, homem e mulher passaram a buscar sua outra metade para se sentirem plenos novamente.
A explicação bíblica é mitológica e está carregada de informações profundas, que se não forem corretamente interpretadas podem dar a ideia de algo fantasioso.
Na psicologia junguiana, que leva em conta a linguagem simbólica, o termo alma gêmea simboliza o arquétipo da afetividade. Alguns psicólogos explicam que, com o tempo, os conceitos evoluíram e o príncipe encantado que chegaria montado em um cavalo branco foi substituído por uma pessoa que se identifique com os ideais do outro, a chamada cara metade ou o companheiro ideal.Já a ficção alimenta a fantasia das pessoas e, muitas vezes, foge da realidade. Portanto, precisamos ficar atentos para a mensagem que está sendo passada ao público sobre certos conceitos.
O Espiritismo esclarece que não existem dois espíritos criados um exclusivamente para o outro, mas que podem ter em comum os mesmos interesses e afinidades. O espírito imortal poderá encontrar em sua trajetória evolutiva muitos espíritos afins. Essa busca pelo grande amor significa a aspiração da alma pela felicidade completa.
A pergunta 386 de O Livro dos Espíritos explica que duas pessoas que se conheceram e se estimaram em vidas anteriores não se reconhecem, como muitos acreditam; apenas se sentem atraídos um para o outro. Isso acontece porque as recordações das existências passadas trariam grandes inconvenientes; mas é claro que existem raras exceções.
Essas questões nos levam a uma reflexão: como aprender a conviver e aceitar as diferenças, mesmo quando há uma grande afinidade entre os espíritos afins, afinal, cada qual trilha um caminho na jornada evolutiva.
Escrito por Victor Rebelo

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


Suco de limão + bicarbonato (importante)
Tomar limonada como água todos os dias, acrescentando uma colherinha de bicarbonato é melhor.
O Limão (Citrus limonun Risso, Citrus limon (L.) Burm., Citrus medica) é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia.
Por que isto não é divulgado?
Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética que lhes permita obter lucros fabubosos. Mas, a partir de agora você pode ajudar um amigo que precise informando-lhe que deve
beber suco de limão com bicarbonato de sódio para prevenir a doença. Seu sabor é agradável. E, é claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver lugar plante um pé de limão no seu quintal ou jardim. Todas as partes da árvore são úteis.
A próxima vez que você quiser beber um suco, peça ou faça-o de limão natural, sem conservantes.
Quantas pessoas morrem, enquanto este segredo tem sido bem guardado só para não colocar em risco as utilidades multi bilionárias de grandes corporações?
Como você bem sabe o limoeiro é uma árvore pequena e baixa. Não ocupa muito espaço. É conhecido pelo nome de limoeiro, pé de limão, lima (em alguns lugares), llimona (cat) limoiaritz (eusk).
É uma fruta cítrica que vem em diferentes formas. Sua polpa pode ser consumida diretamente ou é usada normalmente para fazer bebidas, sorvetes, doces e assim por diante.
O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anti-cancerígenos. E embora lhe sejam atribuídas muitas outras propriedades, o mais interessante sobre ele é o efeito que produz sobre os cistos e tumores. Esta planta é um remédio comprovado contra o câncer de todos os tipos e o bicarbonato vai mudar o Ph do
seu organismo. alguns dizem que é de grande utilidade em todas as formas de câncer.
É considerado também como um agente anti-microbiano de amplo espectro contra infecções bacterianas e fungos que vivem em lugares ácidos. Acrescentando bicarbonato de sódio em sua limonada você
altera o Ph do seu organismo; é eficaz contra parasitas internos e vermes, regula a pressão arterial elevada e é antidepressivo, combate a tensão e os distúrbios nervosos.
A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de remédios do mundo, que afirma que depois de mais de 20 testes de laboratório realizados desde 1970, ficou provado que o
extrato:
1 - Destrói as células malignas em 12 tipos de câncer, incluindo câncer de cólon, de mama, de próstata, de pulmão e do pâncreas ...
2 - Os compostos desta árvore mostraram atuar 10.000 vezes melhor, retardando o crescimento das células cancerosas do que a adriamicina, uma droga quimioterápica, normalmente utilizada no mundo.
3 - E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o extrato do limão e bicarbonato  destrói apenas as células malignas do câncer e não afeta as células saudáveis.
Instituto de Ciências da Saúde, L.L.C. 819 N. Charles Street
Baltimore, MD 1201