sábado, 8 de dezembro de 2012

AS CRIANÇAS ÍNDIGOS E A TEORIA ESPIRITA E OS PEDIATRAS
Crianças índigo é o termo utilizado para descrever crianças que a pseudociência e a parapsicologia acreditam ser especiais. Os defensores desta crença afirmam que os "Índigos" constituem uma nova geração de crianças com habilidades especiais, e que têm por objetivo a implantação de uma "Nova Era" na Humanidade. Estas crianças são geralmente classificadas como possuidoras de habilidades sociais mais refinadas, maior sensibilidade, desenvolvimento profundo de questões ético-morais e portariam personalidades peculiares que possibilitariam facilmente sua identificação relativamente a outras crianças.



Embora farta literatura tenha sido publicada nos últimos anos, não há qualquer demonstração científica sobre a ocorrência do fenômeno. O sistema de classificação "crianças índigo" e "crianças cristais" é rejeitado por conselhos de pediatria e especialistas em educação infantil. Críticos apontam que o sistema é tão vago que pode aplicar-se a praticamente qualquer um, levando ao que se conhece como efeito Forer. Contudo, é de notar a crescente relevância que as crianças índigo têm revelado para a parapsicologia.
As crianças índigo são também comumente associadas à Geração Y (abordaremos essa geração em breve).
Definição
Chamam-se crianças índigo a certos indivíduos que, supostamente ao nascer, trouxeram características que os diferenciam das crianças normais, tais como a intuição, a espontaneidade, a resistência à moralidade estrita e restritiva, e uma grande imaginação, avolumando-se frequentemente também entre tais capacidades, os dons paranormais, embora estes dons não sejam usualmente do conhecimento da própria criança. As crianças índigo podem ser vistas como uma espécie de milenarismo, em que se acredita que tais seres mudarão o mundo trazendo-o até um estado mais espiritual e menos estritamente moralizado.
Há que notar que uma boa quantidade das crianças índigo são classificadas de hiperactivas ou diagnosticadas com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, o que explicaria em boa parte o crescente interesse de pais e educadores por este assunto. Russell Barkley, pesquisador do instituto de psiquiatria da State University of New York Upstate Medical University in Syracuse, disse em entrevista ao periódico New York Times. "Todos prefeririamos não ter nossas crianças tachadas com uma doença psiquiátrica, mas neste caso (criança índigo) é um diagnóstico falso".
História
Em 1982 a parapsicóloga Nancy Ann Tappe elaborou um sistema para classificar os seres humanos de acordo com a suposta cor da sua aura espiritual, lançando a obra "Compreenda a sua Vida através da Cor" onde fez um estudo sobre "as cores da vida". Segundo a autora, cada pessoa possui uma certa cor na sua aura em função da sua personalidade e interesses. No caso das crianças índigo, a aura deles tenderia a mostrar as cores anil ou azul, ao que se atribui uma espiritualidade mais desenvolvida.
A autora afirmou ter detectado pelo seu método que as auras de cor índigo começaram a surgir com mais frequência na década de 1980, mostrando uma tendência a proliferar, o que parece justificar o seu papel de transformação da sociedade nas primeiras décadas do século XXI.
É importante ressaltar que o conceito de aura nunca foi demonstrado lógica ou empiricamente. Assim, qualquer estudo que tire conclusões a partir da análise de auras ainda deve demonstrar a validade da premissa, ou seja, a existência de tal coisa como a aura.
Supostas Características
As crianças índigo apresentariam uma série de atributos sensoriais recorrentes, como a hipersensibilidade auditiva ou a hipersensibilidade tátil. De igual modo, apresentariam um padrão de comportamento peculiar, destacando-se:
Chegam ao mundo com sentimento de realeza e a curto tempo se comportam como tal.
Têm a sensação de ter uma tarefa específica no mundo, e se surpreendem quando os outros não a partilham.
Custa-lhes aceitar a autoridade que não oferece explicação nem alternativa.
Sentem-se frustrados com os sistemas ritualistas que não requerem um pensamento criativo.
A curto tempo encontram formas melhores de fazer as coisas, tanto em casa como na escola.
Não reagem pela disciplina da culpa.
Acreditam que isso foi um dom de Deus e que eles se comunicam através do pensar.
Não são tímidos para manifestar as suas necessidades.
Tipos de crianças índigo
Segundo os investigadores desta temática, podem ser identificados quatro tipos de crianças índigo:
Humanistas - muito sociais, conversam com toda a gente e fazem amizades com muita facilidade. São desastrados e hiperativos. Não conseguem brincar só com um brinquedo, gostam de espalhá-los pelo quarto, embora às vezes não peguem na maioria. Distraem-se com muita facilidade.
Por exemplo: se começam a arrumar o quarto e encontram um livro, nunca mais se lembram de acabar as arrumações. Como profissões, escolherão ser médicos, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Trabalharão para servir as massas e, claro, atuarão sempre ativamente.
Conceptuais - estão muito mais voltados para projetos do que para pessoas. Assumem uma postura controladora. Se os pais não estiverem pelos ajustes e não permitirem esse controle, eles vão à luta. Tem tendência para outras inclinações, sobretudo drogas quando da puberdade, caso se sintam rejeitados ou incompreendidos. Daí a redobrada atenção por parte de pais e educadores em relação aos seus padrões de comportamento. No futuro poderão ser engenheiros, arquitetos, pilotos, projetistas, astronautas e oficiais militares.
Artistas - são criativos em qualquer área a que se dediquem, podendo, inclusive, vir a ser investigadores, músicos ou atores altamente conceituados. Entre os 4 a 10 anos poderão vir a interessar-se por até 15 diferentes áreas do conhecimento (ou instrumentos musicais, por exemplo), largando uma e iniciando outra. Quando atingirem a puberdade, aí sim, escolherão uma área definitivamente. Poderão ser futuros professores e artistas.
Interdimensionais - entre os seus 1 e 2 anos os pais não podem tentar ensinar-lhes nada, pois eles responderão que já sabem e que podem fazer sozinhos. Normalmente, porque são maiores que os outros tipos de índigos, mostram-se mais corajosos ainda e por isso não se enquadram nos outros padrões.
Desta forma, os estudiosos do assunto acreditam que estas crianças seriam as responsáveis pela introdução de novas filosofias ou espiritualidade no mundo.
Crianças índigo e Doutrina Espírita
O tema, apesar de originalmente atravessar décadas, ganhou um novo estímulo nos últimos anos sendo divulgado pela Doutrina Espírita. Particularmente depois que o médium e orador espírita Divaldo Franco teve uma de suas palestras sobre o tema transcrita e ampliada transformada em livro bilíngue pelas mãos da neurocientista brasileira Vanessa Anseloni, radicada nos EUA e antiga defensora da integração entre os dois temas o conceito passou a ser visto com simpatia por muitos espíritas.
Para eles, as crianças índigo seriam espíritos exilados de outros mundos. Como não fossem capazes de acompanhar o "progresso moral" de tais planetas, eles teriam sido encaminhados para mundos inferiores, como a Terra, com a meta de auxiliar sua evolução. Os defensores dessa ideia tratam-na como um desenvolvimento do tema migrações espirituais, presente em obras populares no meio espírita brasileiro, como A Caminho da Luz e Exilados de Capela, e referido por Allan Kardec em A Gênese.
Por outro lado, há grupos espíritas que são contrários à associação entre o tema crianças índigo e o espiritismo. Defendem que as obras A Caminho da Luz e A Gênese não abordam o termo crianças índigo, tampouco trazem referências às características físicas e psicológicas que costumam ser atribuídas a elas.
Eles repudiam a publicação e tradução de livros relacionados ao tema por editoras que possuem foco de mercado no público espírita, como a Petit, bem como os palestrantes espíritas que utilizam esta temática.
Alguns pesquisadores no final do artigo, acesso em 11/02/2008 dizem ser muito difícil haver uma civilização mais evoluída no sistema solar de uma estrela Plêiade como Alcyone, conforme afirma Divaldo pois estas teriam apenas cerca de 100 milhões de anos, enquanto a Terra teria demorado quase um bilhão de anos apenas para esfriar e aparecerem os primeiros organismos unicelulares e quase mais quatro bilhões para o surgimento do "Homo sapiens". Além de contestar a suposta influência gravitacional de Alcione na Terra.
Divaldo Franco não reconhece influência mediúnica em suas elaborações sobre o tema. Por se tratar de um palestrante que também se notabilizou como médium, esse fato pode servir como fonte de descrédito, diante de certos setores espíritas, para as ideias que defende sobre crianças índigo.
O boletim "Mensagem" discute sobre a origem do termo crianças índigo e sua utilização no movimento espírita.
Divaldo Franco não reconhece influência mediúnica em suas elaborações sobre o tema. Por se tratar de um palestrante que também se notabilizou como médium, esse fato pode servir como fonte de descrédito, diante de certos setores espíritas, para as ideias que defende sobre crianças índigo.

Pessoas de má índole são mais atraentes
Postado por DAVID BISETTO em domingo, dezembro 2, 2012 Em: Comportamento
Pessoas de má índole são mais atraentes
Você já achou o vilão de um filme a pessoa mais atraente da história toda? Sempre se apaixonou pela pessoa que fazia confusão na escola e brigava com os professores? E quem nunca teve um amigo/a que gostava de alguém que tratava ele/a mal? Pois é, a ciência explica porque temos essa tendência de achar os malvados mais atraentes.
Na verdade, os malvados não são mais fisicamente atraentes do que os outros, eles só sabem fazer uma propaganda melhor de si mesmos. É isso o que um estudo da Universidade de St. Louis concluiu. Eles fotografaram pessoas com personalidades mais ‘bacanas’ e que outras classificadas como narcisistas, maquiavélicas e até psicopatas de moletom e sem nenhum ornamento – sem maquiagem, acessórios, nada. E depois deixaram essas pessoas livres para se vestir e se maquiar do jeito com que bem entendessem.
Fotos dos dois momentos dos dois grupos foram analisadas por voluntários e foi concluído que, ao se vestir do jeito que queriam, os malvados eram mais atraentes – o que nem sempre procedia quando os dois grupos estavam de moletom. Os cientistas acreditam que as pessoas ‘malvadas’ ficam com a auto-estima ainda maior ao se arrumar (em comparação com as pessoas boazinhas) e acabam sorrindo com mais confiança e se comportando de forma mais chamativa.
Outros estudos já mostraram que psicopatas podem ser extremamente carismáticos e que narcisitas deixam melhores primeiras impressões. Mesmo assim, cientistas afirmam que até mesmo a mais incrível primeira impressão é ofuscada com o tempo, quando o malvado mostra sua verdadeira cara. Então, apesar de desenvolvermos muitas paixonites pelos bad boys / bad girls, normalmente elas não duram muito tempo.
Fonte: Revista Galileu

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

REENCARNAR, PARA QUE?
- Por Zíbia Gasparetto* -
Assim como as pessoas têm muito medo de morrer porque não sabem o que irão encontrar na outra dimensão, os espíritos que estão vivendo no astral têm medo de reencarnar.
Esquecer o passado e mergulhar no mar escalpelado do mundo, enfrentar seus próprios limites e os desafios de seu crescimento é assustador. Controlar as emoções, ordenar a mente, experimentar as próprias ideias e enfrentar os resultados requer coragem e persistência. Ficar entregue ao próprio discernimento, tomar decisões e ser responsável pelo próprio destino, atemoriza.
Para o espírito, reencarnar é como vestir um escafandro e mergulhar nas profundezas do oceano. O corpo de carne tem um metabolismo lento, muito diferente da vida astral, onde tudo é mais dinâmico e rápido. Lá, a força do pensamento materializa rapidamente os objetivos, de acordo com a capacidade de cada um, criando e movimentando os elementos.
Aqui, na Terra, nossos projetos levam muito mais tempo para se tornar realidade. Para construirmos um edifício levamos muitos meses, enquanto lá eles o fazem em algumas horas...
- Como? Há prédios no astral? – alguns vão perguntar.
Há prédios, ruas, cidades, tudo. O que chamamos de astral são os mundos das outras dimensões do universo.
Cada um deles gravita em determinada faixa de ondas, possui um magnetismo próprio e, para os que vivem lá, tudo é tão sólido quanto para nós é nosso mundo.
Não os podemos ver porque nossos olhos enxergam apenas em limitada faixa de percepção, o que não os impede de continuar existindo. A limitação é nossa. Os micróbios existem, mas só os podemos ver se tivermos um microscópio.
- Se eles têm medo, porque reencarnam?
Para reeducar o emocional. No astral as emoções são muito mais fortes e profundas. A tristeza, o remorso, o arrependimento, a frustração e a mágoa tornam-se insuportáveis e chega um momento em que, cansado de suporta-las, o espírito aceita nascer na Terra. Para ele, o esquecimento será uma bênção. O magnetismo lento permitirá que ele medite mais, experimente, reflita, conheça-se melhor e amadureça.
Reencarnar na Terra é começar de novo. Todas as lembranças do passado são guardadas no inconsciente temporariamente e, embora possam influenciar intuitivamente o espírito reencarnado, ele estará em sintonia com o cérebro do novo corpo, que como um filme virgem vai registrar as novas experiências. Não é genial?
A vida, mágica e divina, vai tecer os acontecimentos, juntar pessoas, de acordo com as necessidades daquele espírito, e criar estímulos a que ele se torne mais consciente, e liberte-se dos antigos padrões de crença que o levaram ao sofrimento. Se ele aproveitar, voltará ao astral mais lúcido e feliz.
A vida é um eterno agora, e nós continuaremos sendo o que fizermos de nós, seja onde for que passemos a viver. Enfrentar nossas dificuldades desde já, fazer nosso melhor, é construir nossa paz.

HÁ ALGO MAIS... UM AMOR. UMA LUZ – L*

Nunca é tarde para crescer...
Mas isso é decisão de alma.
E não pode ser decidido na mente, não!

Porque é coisa do coração.
E também é assim nos relacionamentos:
É algo de alma para alma.
E não se pode barganhar com isso.

Porque o Amor real não é um negócio de ganhar ou perder.
É sintonia espiritual – de coração a coração.
E quem ama, sabe: sentimento algum pode ser descrito em palavras.

No entanto, a Luz de um olhar pode revelar tudo...
Ou, quem sabe, um simples toque de mão?...
E, em ambos, o coração se entrega.

Mas, quem explica isso?...
O que se sente e que se vê além dos sentidos comuns.
Há algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E quem ama, sente e sabe disso.

Porque olha e toca, algures...
E o seu coração voa, por entre os planos, para o Céu.
E, Lá, a morte não existe – e o Amor continua...
E o que se vê são as consciências extrafísicas, bem vivas!

Sim, há algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E ter certeza disso é decisão de alma.
E não há barganha nisso, pois o coração sabe.
Ah, não tem conversa, não!

Quem ama, sabe que a vida continua...
E isso não se explica, só se sente.
Um Amor. Uma Luz. Há algo mais...

P.S.:
Sempre é tempo de crescer.
É decisão de alma.
E se é Amor, a Luz acontece.
Seja na Terra, ou no Astral, isso é assim.
E quando o coração fala ao coração, não há mais nada a dizer.

Paz e Luz.
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 11 de novembro de 2012.
- Nota:
* Esse texto fará parte de um novo livro sobre vida após a morte que publicarei daqui a alguns meses (com diversos textos alusivos à temática da imortalidade da consciência).
VIVEKA – O DISCERNIMENTO CONSCIENCIAL
Se eu citar Jesus e seus ensinamentos e, até pregar em seu nome, mas não respeitar a crença dos outros, tudo isso de nada adiantará.
Se eu admirar Krishna e cantar mantras e louvores ao divino, mas não tiver amor pela vida, então estarei perdido em mim mesmo.
Se eu meditar profundamente e falar dos ensinamentos dos rishis, mas não vir o divino em tudo, nada serei realmente.
Se eu seguir os ensinamentos de Buda e, até pregar em nome do iluminado, mas não praticá-los nas lides da vida cotidiana, então tudo continuará em trevas dentro do meu coração.
Se eu falar dos ensinamentos dos mestres, ou dos mentores espirituais, mas não viver com alegria nem me apaixonar pelo Todo, com certeza terei perdido o tempo de vida e suas experiências.
Se eu falar de Shiva, mas não transformar o meu ego em servidor da luz, de que adiantará?
Se eu falar dos santos, dos boddhisattvas, dos avatares, ou mesmo dos anjos, mas ainda carregar violência em meu coração, tudo permanecerá estranho dentro de mim.
Se eu falar da luz, mas carregar maldade em meus anseios e portar as faixas escuras do ódio no coração, então andarei em trevas.
Se eu falar da Mãe Divina e de sua doçura incondicional, mas projetar as farpas do egoísmo e da maledicência sobre os outros, estarei emmiséria consciencial.
E se eu estudar os temas conscienciais, mas permanecer cheio de medo diante do invisível e ainda temer as provas do caminho, então só restarão as cinzas de minha ignorância diante do meu olhar de impotência.
Mas, se mesmo diante das dificuldades, eu assumir o comando de minha consciência e melhorar o que penso, o que sinto e o que faço, então serei eu mesmo melhorado.
E essa é a grande riqueza que alcançarei: eu mesmo melhorado!
Não é o que acredito que faz o que eu sou. É o que eu sou, realmente, que me faz como sou.
Por todo tempo, por onde eu for, seja com quem for, que seja eu mesmo, sempre melhorado, sempre aprendendo...
Maravilha das maravilhas, eu mesmo, sempre feliz.
P.S.:
De que adiantam as vitórias efêmeras no mundo, se, por dentro, na casa do coração, reina a desordem e a agitação?
De que adianta ter um corpo lindo, se a alma é pequena e cinzenta?
De que vale encher a cara de bebida, se, por dentro, tudo está ressecado e sem brilho?
De que adianta deitar com alguém na cama, se o coração não chama e o pensamento/sentimento voa para longe, para outro coração?
De que adianta ser arrogante por fora, se, por dentro, o medo de viver corrompe os melhores potenciais do ser?
De que adianta falar de amor, sem amar realmente?
De que adianta “viver sem viver”, só se arrastando, sem outros horizontes?
De que adianta a um homem ganhar o mundo, se ele perder sua alma?
Paz e Luz.
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, mestre de coisa alguma e discípulo de coisa nenhuma, que sempre agradece ao Todo, por tudo.
Notas:
* Viveka – do sânscrito – discernimento espiritual.
* Rishis – do sânscrito – sábios espirituais; mentores dos Upanishads.
* Bodhisattvas - do sânscrito – são aqueles seres bondosos que estão perto de se tornarem Budas ou Iluminados. Para facilitar a explicação, podemos dizer que eles são canais espirituais ou avatares conscientes do amor de todos os Budas.
* Avatares – do sânscrito – enviados celestes; emissários divinos; seres de luz.

QUANDO...
Quando alguém perguntar quem é você, diga o essencial: que você é uma consciência espiritual temporariamente radicada no plano físico.
Quando alguém perguntar se você acredita em vida após a morte, seja claro na resposta e diga que não acredita, mas que, sim, tem certeza. Porque isso não é questão de crença sua, é certeza íntima (e não é coisa da mente – é valor de coração).
Quando alguém cismar de mensurar o seu nível consciencial a partir da sua alimentação, da sua sexualidade, ou de suas opções de vida, esclareça bem que o seu caráter tem mais a ver com o que você pensa, sente e faz - e que espiritualidade não é doutrina ou patrulhamento ideológico de algum nível sobre a conduta alheia, é estado de consciência. E diga, também, que quem perde tempo julgando o jeito de outro, deixa de prestar atenção em seus próprios defeitos e, por isso, acaba tropeçando na própria jornada. E afirme que só o Todo é que pode mensurar a verdadeira espiritualidade de alguém (pois só Ele conhece o que está realmente no coração do Ser).
Quando alguém perguntar sua nacionalidade ou raça, diga o certo: que você é um cidadão do universo - uma centelha vital do Todo.
Quando alguém perguntar o seu grau espiritual, diga o que um hierofante* diria: que você é um eterno neófito do Todo, sempre aprendendo...
Quando alguém perguntar se você ama, dê um risada gostosa e diga que isso não se explica, só se sente.
Quando alguém perguntar se você é alguma espécie de mestre espiritual, ria mais ainda, e diga que sequer é mestre de si mesmo (então, como poderia ser mestre de alguém?)
Paz e Luz.
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 11 de outubro de 2012.
- Nota:
* Hierofante - dentro do contexto das iniciações esotéricas da antiguidade, era o mestre que testava os neófitos (calouros) nas provas iniciáticas.

Nasa desmente 'fim do mundo' e alerta sobre suicídios
Cientistas rebatem rumores na internet; um deles diz receber cartas de crianças que cogitam se matar e menciona caso de pais que pensam em assassinar filhos por acreditar em rumores do apocalipse.
Após receber uma enxurrada de cartas de pessoas seriamente preocupadas com teorias que preveem o fim do mundo no dia 21 de dezembro de 2012, a agência espacial americana (Nasa) resolveu 'desmentir' esses rumores na internet.
Nesta quarta-feira (28), a Nasa fez uma conferência online com a participação de diversos cientistas. Além disso, também criou uma seção em seu website para desmentir que haja indícios de que um fim do mundo esteja próximo.
Segundo o astrobiologista David Morrison, do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa, muitas das cartas expondo preocupações com as teorias apocalípticas são enviadas por jovens e crianças.
Alguns dizem até pensar em suicídio, de acordo com o cientista, que também mencionou um caso, reportado por um professor, de um casal que teria manifestado intenção de matar os filhos para que eles não presenciassem o apocalipse.


'Estamos fazendo isso porque muitas pessoas escrevem para a Nasa pedindo uma resposta (sobre as teorias do fim do mundo). Em particular, estou preocupado com crianças que me escrevem dizendo que estão com medo, que não conseguem dormir, não conseguem comer. Algumas dizem que estão até pensando em suicídio', afirmou Morrison.
'Há um caso de um professor que disse que pais de seus alunos estariam planejando matar seus filhos para escapar desse apocalipse. O que é uma piada para muitos e um mistério para outros está preocupando de verdade algumas pessoas e por isso é importante que a Nasa responda a essas perguntas enviadas para nós.'
Calendário maia
Um desses rumores difundidos pela internet justifica a crença de que o mundo acabará no dia 21 dizendo que essa seria a última data do calendário da civilização maia.
Outro rumor tem origens em textos do escritor Zecharia Sitchi dos anos 1970. Segundo tais teorias, documentos da civilização Suméria, que povoou a Mesopotâmia, preveriam que um planeta se chocaria com a Terra. Alguns chamam esse planeta de Nibiru. Outros de Planeta X.
'A data para esse suposto choque estava inicialmente prevista para maio de 2003, mas como nada aconteceu, o dia foi mudado para dezembro de 2012, para coincidir com o fim de um ciclo no antigo calendário maia', diz o site da Nasa.
Sobre o fim do calendário maia, a Nasa esclarece que, da mesma forma que o tempo não para quando os 'calendários de cozinha' chegam ao fim, no dia 31 de dezembro, não há motivo para pensar que com o calendário maia seria diferente - 21 de dezembro de 2012 também seria apenas o fim de um ciclo.
A agência espacial americana enfatiza que não há evidências de que os planetas do sistema solar 'estejam se alinhando', como dizem algumas teorias, e diz que, mesmo que se isso ocorresse, os efeitos sobre a Terra seriam irrelevantes. Também esclarece que não há indícios de que uma tempestade solar possa ocorrer no final de 2012 e muito menos de que haja um planeta em rota de colisão com a Terra.
'Não há base para essas afirmações', diz. 'Se Nibiru ou o Planeta X fossem reais e estivessem se deslocando em direção à Terra para colidir com o planeta em 2012, astrônomos já estariam conseguindo observá-lo há pelo menos uma década e agora ele já estaria visível a olho nu', diz o site da Nasa.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Artimanhas do astral inferior 
LUIZ REIS ORMONDE 
Militante da Casa-Chefe, médico 
Relato de caso mostra como obsessores podem intuir espírito encarnado a cometer desatinos.
Certa vez relataram-nos que o pai de uma amiga nossa falecera e que essa moça apresentava, em virtude do sofrimento causado por essa perda, alterações graves de comportamento. Fomos falar com a mãe dela e a mãe, muito triste, disse-nos que a moça tentara matá-la, dizendo que depois se mataria também. 
Aconselhamos a mãe a levá-la ao Racionalismo Cristão. Com o auxílio de um tio da moça, isso foi feito. No dia seguinte, por volta das 10 horas da manhã, telefonamos e, feliz, a mãe disse-nos que não a acordara cedo porque era a primeira vez, em semanas, que ela dormia tanto. Concordamos. 
Ela deveria descansar bastante para que seu corpo se recuperasse da obsessão de que fora vítima. Deveria, também, aconselhamos retornar às reuniões do Racionalismo Cristão. Não voltou. Contudo, recuperou-se. Indo apenas uma vez a uma sessão espiritualista do Racionalismo Cristão, recuperou-se. 
Um dia pediu para conversar conosco. Sua dúvida era sobre como poderia o pai, que a amava, desejar que ela e a mãe morressem. Nós lhe explicamos que para ele a morte já não existia. Ao desencarnar, percebera que se mantinha vivo. Só que não podia mais conversar com a esposa e a filha. Passou a desejar que elas também morressem para que, após a desencarnação, ficassem todos juntos como antes. 
Quando ela foi ao Racionalismo Cristão, o espírito do pai foi afastado e levado ao seu mundo espiritual para, dali, planejar a continuidade de sua evolução. Nesse ambiente tranqüilo, com certeza relembrou suas encarnações anteriores, readquiriu a certeza da importância das encarnações para a evolução do espírito e não mais desejou que a esposa e a filha também desencarnassem. 
O pai dessa moça tinha o hábito de ingerir bebidas alcoólicas em excesso e também fumava muito. Advertido por médicos de que,se não parasse, morreria, mesmo assim continuou. 
Estava, com certeza, sob a influência do astral inferior (nesse caso, espíritos que também tinham sido alcoólatras e fumantes e que não se afastaram da superfície do planeta ao desencarnar). Era, apesar disso, um marido, e também um pai, exemplar. 
Vivia para a sua família. Os três eram extremamente unidos. Vi, em minha vida, poucos homens tão dedicados à esposa e à família. 
Quando desencarnou, a filha e a esposa, ao pensarem nele, o atraíam e, sem saber, atraíam também o grupo (provavelmente imenso) de espíritos do astral inferior que o acompanhavam. Ele, o pai, já desencarnado, muitíssimo  confuso, não notou que os espíritos do astral inferior estavam junto dele. 
Apegado ao planeta pelos vícios e pelo desejo de continuar junto da família, mantinha em si a impressão de ainda ter a mesma forma de quando em vida física. 
Os espíritos do astral inferior ficavam atrás dele, longe de sua visão, estimulando-o com pensamentos a intuir a filha para que matasse a mãe e cometesse suicídio. 
As ondas de pensamento perturbadoras eram canalizadas através dele para que chegassem à filha. Como ele não achava que isso seria ruim para elas, porque depois ficariam todos juntos, empolgava-se com a ideia  Só não sabia que após a desencarnação da mãe e da filha ficariam os três presos ao grupo de obsessores. Mãe e filha prender-se-iam ao pai pelo desejo de estarem juntos e os três, através dele,ligados à falange, por causa dos vícios. Com o tempo reforçariam as ondas de pensamento da falange astral (o tal grupo de espíritos do astral inferior). Seriam mais três espíritos a emitir pensamentos, reforçando e amplificando o poder irradiativo da falange do astral inferior. 

Amigos,
Quanto mais a rebeldia humana atinge cifras salientes, temos a sensação de que maior é a misericórdia do Criador para com o gênero humano, permitindo a todos ocasião de avaliar as tortuosidades e de tudo refazer.
Quanto mais a indiferença dos homens alcança níveis calamitosos, percebemos que se faz mais ampla a generosidade do nosso Pai, facultando nos novas instruções que nos chegam da Imortalidade Feliz.
Quanto mais se acrescem as dores terrestres, distribuídas nas faixas do corpo e da alma, sentimos que mais o Coração dos Céus se enche de enternecimento pelas criaturas, permitindo os progressos da farmacologia e o avanço da psicologia, a fim de que ninguém se possa queixar de abandono e desespero pelos caminhos.
Quanto mais os passos da humanidade optam por roteiros contrários aos da Casa do Pai, entendemos o quanto de piedade é derramado sobre nós, através dos renovados convites e dos instantes apelos que nos são dirigidos das Alturas.
O tempo de agora, sem embargo, chama-nos a iniciar ou a prosseguir os nossos esforços no sentindo de abrir mão das posições rebeldes, das atitudes de indiferença, de modo a romper os vínculos com sofrimentos, francamente desnecessários, para seguirmos conscientes e bem dispostos para o nosso destino espiritual, que é a integração com as luzes estelares, tornando-nos um com Jesus Cristo, como Ele foi um com o Pai do Céu, após Seus roteiros de angélica evolução.
Não nos cabe mais relegar o ensejo; não devemos mais procrastinar o dia da perene claridade, que nos aguarda nas dimensões espirituais. O tempo de ventura e crescimento para Deus precisa ser muito bem administrado por nós, os milenários jornadeiros da evolução terrena, a fim de que não mais percamos essas preciosas ensanchas de conquista da paz e da alegria, que a existência no mundo nos ofertam.
(Psicografada em 26.02.2006 por Raul Teixeira/Espírito Luiz Carlos da Veiga)
SE A TRISTEZA VIER
Se a tristeza vier por qualquer motivo,
faça o seguinte:
Assopre o pensamento triste,
deixe escorrer a última lágrima,
conte até vinte.
Abra então a janela,
aquela que dá para o vôo dos pardais,
procure a luz que pisca lá na frente
(evite as sombras que ficaram lá pra trás).
Ao encontrá-la,
coloque-a dentro do peito de tal jeito,
que possa ser notada do lado de fora;
acrescente agora uma pitada de poesia,
do tipo que passa por nós todos os dias
e nem sequer consegue ser notada;
aumente o brilho,
com toda intensidade de que um sorriso é capaz.
A felicidade é o seu limite,
e o paraíso é você mesmo quem faz
Não se esqueça jamais disso e viva feliz!!!
(Autor Desconhecido)