sábado, 15 de dezembro de 2012

Morrer ou nascer...
Qual o melhor horário para morrer?
- O melhor horário para morrer é o horário seguinte ao horário do nascer...
* Porque seria melhor nascer para logo em seguida morrer?
- Não...não se trata de nascer para logo em seguida morrer...este pensamento é apenas uma metáfora ... metáfora para explicar o real significado do nascer e do morrer para o Planeta Terra: 
. quando ocorre o nascimento , no Planeta Terra, este acontecimento caracteriza para nós, espíritos, uma momentânea "morte" - necessária à nossa evolução. O inverso também é recíproco. Quando um espírito deixa o mundo terreno, para nós, significa o seu renascimento...
* Então porque nos entristecermos com a morte se ela nada mais é do que o renascimento para um estágio evolutivo melhor?
- Se estamos no mundo espiritual a morte (reencarnação) não pode e nem será interpretada como algo definitivo...Entendemos que se o espírito reencarna ou isto acontece pela sua evolução ou para cumprir uma missão que só elevará ainda mais o seu grau de espiritualização...
- Se estamos no mundo terreno a morte nada mais é do que o retorno ao lar...
De uma forma ou de outra morrer sempre será elevar-se mais um degrau no Plano Celeste, sendo assim, ver alguém morrer naturalmente, não deve ser motivo de desespero, muito menos motivo para deixar de viver com alegria... ver um ente querido "morrer" naturalmente - dentro do tempo estipulado por nosso Pai Maior é ter a certeza que este ser tão amado está retornando ao seu seio materno, onde realmente viverá em paz, com tranquilidade para relembrar as Glórias do Mundo Celeste, onde ficará guardando em seu coração todo o amor e carinho por aqueles que na Terra ficaram, até o dia do reencontro final.
Respondendo a pergunta inicial a melhor hora para morrer é exatamente aquela em que acabamos de nascer para a espiritualidade, quando a fé se concretiza e o aprendizado se faz...
Para refletir:
- Morrer não é morrer...
- Morrer é renascer...
São Francisco de Assis
Profecias Apocalípticas (2012) - por Wagner Borges
Escrevi este texto logo após ter sido, mais uma vez, abordado por alguém portando mensagens que falavam de possíveis catástrofes e eventos apocalípticos preconizados por seres extraterrestres para o futuro da humanidade. Ao longo dos anos, isso me aconteceu muitas vezes: alguém cobrando os motivos de eu não abordar temas como astro-chupão, apocalipse, ou a separação dos escolhidos por parte de algum poder superior. O motivo é simples: estou procurando viver o aqui e agora, para aprender o que tenho que aprender. Não sou juiz da nova era para saber quem tem nível espiritual ou não. Mal dou conta de trabalhar a mim mesmo, tentando crescer.
Não tenho a mínima ideia do que irá acontecer amanhã. Só sei que não é possível eu morrer (ou ninguém), pois tenho certeza de que sou consciência imperecível. Se amanhã rolar algo catastrófico, de qualquer maneira, vou me sair muito bem disso: vivo, com ou sem corpo. Se eu ficar encarnado, continuarei tentando crescer; se eu “descascar”* e passar para o “lado de lá”, também continuarei tentando crescer... Aliás, como eterno aprendiz da vida, que outra coisa eu poderia fazer, a não ser procurar crescer?
Tenho observado ao longo dos anos de prática espiritual e contato com público grande, que a maioria do pessoal que fala muito de catástrofes nunca acha que acontecerá algo com eles, os escolhidos e virtuosos, só com os outros, “os infiéis” (segundo suas ridículas escalas de ego de quem são os escolhidos da nova era).
Também tenho observado, nesse pessoal, um grande medo da morte, naturalmente bem disfarçado dentro de seus parâmetros egoístas. Se eles sabem que não morrem e que a consciência é imperecível, por que é que falam tanto de possíveis catástrofes e do risco de morte? O motivo é simples: eles não têm certeza de nada, estão apenas cheios de crenças nisso ou naquilo, sempre prescindindo do mais elementar bom senso para avaliar as coisas.
Se o mundo for acabar amanhã, ainda tenho o dia de hoje para tentar crescer!
Morrer, seja de ataque cardíaco, acidente, ou de apocalipse, nem pensar!
Não dá para morrer, de jeito nenhum; só dá para “descascar” (desencarnar) mais uma vez e seguir além, para a vida em outros planos, como já fizemos tantas outras vezes no passado.
Parte desse pessoal apocalíptico não irá morrer amanhã; eles morrerão antes, de medo!
Repito: não tenho a mínima ideia do que rolará amanhã. Tudo é possível, desde um dia normal, até mesmo um maremoto ou guerra (fatos comuns ao longo da história da humanidade). Os extraterrestres irão descer ou não? Sei lá! Só sei que eles e nós, e tudo mais que exista no universo somos partícula de luz do mesmo TODO que está em tudo!
Não pretendo ser salvo de nada, só de minha própria ignorância. E isso é comigo mesmo; nada tem a ver com seres de outros lugares do universo. É questão íntima e faz parte do meu aprendizado. Com a presença de seres de fora ou daqui mesmo, preciso crescer e aprender muito... Dentro ou fora do corpo, aqui ou além...
Que o homem está destruindo o meio-ambiente e detonando a natureza, isso é fato! Que surgirão conseqüências disso, é óbvio! Que, se não dermos logo um jeito de consertar isso, a atmosfera, o clima, a água e o verde ficarão irreversivelmente contaminados por nossa insanidade coletiva.
Tudo isso já é preocupante, nesse nível onde estamos vivendo, nessa casa planetária, que é um ser vivo igualzinho a nós mesmos. Precisamos despertar a consciência, para olharmos com “outros olhos” e renovarmos nossas escolhas, nossos atos e nossa responsabilidade com o planeta que nos abriga no momento.
No entanto, isso não tem nada a ver com os devaneios de quem, no fundo, tem medo de morrer e fica profetizando o pior. Tal postura é herança psíquica do obscurantismo dos fundamentalistas de épocas passadas, que falavam as mesmas coisas, só que de outros jeitos, mas sempre ameaçando, julgando e escolhendo os eleitos de algum lance apocalíptico. Será que são os mesmos, que ficam reencarnando e repetindo o padrão antigo de não ver o aqui e agora e, como fuga da realidade, projetam o olhar numa visão futura mais amena do que o vazio consciencial de suas vidas no presente?
E, alguns, que supostamente viram o apocalipse futuro, não estariam, na verdade, apenas vendo catástrofes anteriores, passadas por eles mesmos, em outras vidas? Ou seja, o que era retrocognição**, foi interpretado como pré-cognição?
Bom, independentemente de qualquer coisa, ninguém morre mesmo!
Ainda bem que não sou dono da verdade de ninguém. Não sendo mestre, nem de mim mesmo, como poderia orientar os outros sobre temas desse porte?
Então, deixo isso a cargo de quem se julga escolhido da nova era, sábio, guru, mestre, emissário da nave tal, ou enviado virtuoso de algum poder superior...
Esse é o motivo pelo qual não gosto de falar dessa temática em particular.
Estou de “olhar” novo no aqui e agora, louco para aprender o que tenho que aprender. Quem sabe do meu amanhã é O Grande Arquiteto Do Universo, senhor de todos os tempos. Só sei que, dentro ou fora do corpo, serei sempre eu mesmo, um espírito imortal, uma consciência imperecível.
A grande catástrofe não virá de fora. Ela já está dentro, como semente cinzenta, nos corações dos que não vêem o brilho real além das aparências. Ela é esse medo infeliz da morte, mesmo com a pessoa sabendo que não morre! Ela é esse olhar radical dos escolhidos new age, separando o joio do trigo místico que inventaram. Ela é a “viajada na maionese psíquica” de se achar acima da humanidade normal. Ela é a fuga da realidade e a covardia de não tentar ser feliz, aqui e agora! Ela é a inércia milenar de sempre esperar a salvação vinda de fora de si mesma, seja por parte de um mestre ou de um extraterrestre qualquer. Ela é a “masturbação psíquica” de não saber transar com a vida presente. Ela é o que faz as pessoas olharem somente para fora.
A grande catástrofe é não conhecer a si mesmo!
O grande maremoto é o das emoções pesadas, que acalentamos em nossos corações e que destroçam as praias de nosso equilíbrio vital.
O grande asteroide-chupão é aquele medo danadinho, que “CHUPA” todo bom senso de dentro do céu de nós mesmos.
O grande terremoto está em nossas mentes; são os pensamentos negativos que fazem as placas tectônicas da nossa auto-estima se chocarem, causando a destruição de nosso discernimento.
Sem amor e discernimento na consciência, tudo parecerá catástrofe, dentro ou fora do corpo, na Terra e além...
Talvez por isso, do centro de sua sabedoria serena, Buda tenha ensinado o seguinte: “Abaixo da iluminação, só há dor!”
Sim, ele estava certo. Sem a iluminação interior, o resto é o olhar cheio de trevas para a vida, seja o passado, o agora, ou o amanhã.
Oxalá, todos nós despertemos coletivamente nessa luz do entendimento e da paz; para consertarmos as coisas e devolvermos o equilíbrio à nossa Mãe Terra, que merece todo nosso respeito, admiração e agradecimento.
Que me perdoem os apocalípticos de plantão, mas sou mais pela sabedoria da vida.
Sou um espírito e sei disso! E não há nada que possa mudar isso.
Que o futuro venha, como deve ser!
Que as culpas do passado sejam esquecidas e perdoadas; que fique só o aprendizado, para não haver repetição.
E que o presente seja o que ele é: um presente.
Na carne ou fora dela, na Terra ou além, sejamos felizes, aqui e agora, como deve ser!
Paz e Luz.
- Wagner Borges - Sujeito com qualidades e defeitos, espiritualista consciente, não escolhido, não resgatável, mestre de coisa alguma, aprendiz da vida e neófito do TODO, ao qual sempre agradece, por tudo.

Mensagem de Reflexão | A Melhor de 2012 - 2013 ESPETACULAR ! (mensagem d...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Quem tem medo do Papai Noel
Por Joana Abranches
É Natal
Na Evangelização, tudo pronto para a festinha de fim de ano. Brinquedos, roupas e guloseimas serão distribuídos à criançada em clima de muita animação. Poesias, teatrinhos e cânticos, tudo planejado pra celebrar o nascimento do menino Jesus.
Mas na hora de concluir a programação, alguém sugere que um Papai Noel caracterizado por algum companheiro de boa-vontade faça uma entrada surpresa e passe uma mensagem de estímulo ao bem, distribuindo depois os presentes.
A sugestão cai feito uma bomba! Imediatamente o espírito natalino sai de cena e começa a brigalhada. Que ousadia!... Como permitir que o símbolo capitalista do consumismo selvagem adentre o recinto “sagrado” da Casa Espírita e “substitua” o aniversariante, que deve ser o centro das atenções?!?...
E quem falou em substituição? E quem falou que criança fica elucubrando sobre os porquês ideológicos desta ou daquela personagem? Criança gosta de cor, movimento, carinho e fantasia; da energia gostosa do sentimento de amor, facilmente detectada pelo coraçãozinho infantil.
Quem pensa que é fácil conquistar uma criança para que vá à Casa Espírita por prazer e não por obrigação, está muito enganado. Para que isto aconteça é necessário estimular, entre outras coisas, a fantasia e a imaginação. Usar todos os elementos disponíveis a nosso favor. E aqueles que insistem em sustentar a velha metodologia insossa e monótona, e que acham não haver problema algum nos pequenos irem obrigados, porque amanhã, ao amadurecer, serão espíritas militantes e agradecidos pela “evangelização” forçada que receberam, esqueçam. As mocidades espíritas (termo, aliás, ultrapassado, que já deveria ter sido substituído há muito tempo) estão vazias. Na pré-adolescência a turma já começa a evadir, e não tem “santo espíritólico” que dê jeito.
Mas voltemos ao Bom Velhinho. Não é segredo a ninguém que assim como o Dia das Mães – criado com nobres objetivos - foi deturpado e explorado comercialmente, deu-se o mesmo com outras datas e também com o velho Noel. Originado da sensível iniciativa de um homem, em determinada região européia, que resolveu homenagear Jesus proporcionando alegria às crianças das redondezas através da distribuição de presentes na noite de natal, Noel virou lenda, e como quase tudo na sociedade pós-moderna, foi transformado pelo capitalismo de plantão em mais um “garoto propaganda.”
A solução então é expulsá-lo da Casa Espírita? É negá-lo, quando lá fora, queiramos ou não, nesse período ele se torna parte integrante do universo infantil? É discursar sobre a sua promiscuidade consumista a crianças cujos olhinhos brilham quando veem a sua figura estampada ou caracterizada em todos os lugares aonde vão?
Não seria mais inteligente utiliza-lo como mais um recurso pedagógico, para que as crianças percebam o espírito de generosidade que os ensinamentos do Mestre despertam nas pessoas? Ao condená-lo, estamos condenando a generosidade. Ao resgatá-lo em sua essência, nos valendo dele como elemento motivador, revertemos a lógica materialista do presente por si só para a lógica do sentimento de amor que inspira a doação em todos os sentidos. Aí sim estaremos vivendo no mundo com a pureza que possa “santificar” os nossos atos de cada dia, ou seja, fazendo a diferença dentro do que já existe, como nos recomenda O Evangelho Segundo o Espiritismo, à página “O Homem no Mundo.”
Mas se o negócio é abolir o fantasioso, por que não abolimos também a Branca de Neve, a Cinderela, o Visconde de Sabugosa, a Emília?... Se o negócio é transformar a criança em um míni-adulto, mãos à obra! Façamos serviço completo. Roubemo-lhe o direito ao imaginário, ao lúdico, à esperança, abrindo mão da ternura que acolhe e atrai em nome de um radicalismo duro e frio que só afasta... Mas amanhã não nos lamentemos pela falta de trabalhadores amorosos e fraternos em nossas fileiras.
Sejamos coerentes. Excluímos o gorducho e bonachão velhinho, mas não nos incomoda manter adereços simbólicos como o pinheiro, as luzes e outros, nem a tradição dos presentes distribuídos sem nenhuma culpa. E nada mais natural!... Afinal, estamos encarnados. Já abolimos os exageros, a comemoração material pura e simples, mas além da comemoração espiritual a que já nos propomos, o convencional ainda faz parte da nossa forma humana de comemorar. Por que não admitir que ainda nos faz bem enfeitar e iluminar os nossos lares para homenagear aquele que nos veio trazer o presente maior... A luz? E dizem os espíritos que nesse período até “o outro lado” fica mais bonito... Só que adornado pelas nossas vibrações mentais, que se tornam mais leves e fraternas. A cada plano pois, a decoração condizente.
Afinal, de que temos medo se o que fazemos durante o ano inteiro, como educadores espíritas, é mostrar a importância maior dos bens espirituais em detrimento dos bens materiais? Ao que me consta, faz parte das nossas reflexões junto às crianças a valorização do ser e não do ter, a exemplificação no lar e na Instituição de que embora os presentes sejam uma demonstração de carinho, não são mais importantes que os sentimentos ou do que a forma como tratamos as pessoas diariamente.
Temos trabalhado o Natal de Jesus da forma correta? Refletido junto aos nossos pequenos sobre a necessidade do seu nascimento cotidiano dentro dos nossos corações através da simplicidade dos hábitos, do cultivo das virtudes e do desprendimento dos bens terrenos? Temos demonstrado, pela forma de viver, que os Shoppings podem ser visitados e curtidos de vez em quando, mas que não é essencial para a nossa felicidade “nos mudar” pra lá e consumir todos os objetos que as vitrines oferecem?Temos criado filhos conscientes da sua realidade de espíritos imortais com direito a um patrimônio muito maior que uma roupa de marca? Temos levado, sobretudo aos mais carentes, a consciência plena de que a pobreza é transitória, que auto-estima independe de poder aquisitivo e dignidade nada tem a ver com classe social? Em nosso núcleo espírita a evangelização é uma só, em horário único, integrando os nossos filhos e os filhos das famílias assistidas pelo departamento assistencial, sem nenhum traço discriminatório?
Há um ditado popular que diz: “Angu de um dia não engorda cachorro...” Se no dia a dia procuramos cumprir bem o nosso papel de educadores do espírito, não será a presença de mera personagem de ficção, em uma determinada data especial, que irá abalar as convicções espirituais de nossas crianças. Só quem não se garante em termos de conteúdo doutrinário e exemplos cotidianos é que tem motivos para temer a presença do “famigerado” Papai Noel na festinha de natal do grupo espírita.
Ah, companheiros, reflitamos!... Pra que temer algo tão banal?... Nossos medos bem que poderiam e deveriam ser outros... Medo de perder a sensibilidade, a capacidade de amar, de demonstrar afeto... Medo de perder a alegria de levar alegria. Talvez assim, nos libertássemos de vez da mais insana das temeridades: O medo maior de ser feliz pelo simples fato de - sem nos importar com “embalagens” - distribuir felicidade em nome de Jesus!
*Joana Abranches é Assistente Social, escritora e Presidente da Sociedade Espírita Amor Fraterno – Vitória/ES – joanaabranches@gmail.com – amorefraterno@gmail.com 

domingo, 9 de dezembro de 2012

AMA
Os Espíritos Superiores não tomam o partido desta ou daquela crença religiosa
- eles pairam muito acima de todas essas picuinhas ! Deus nos ama a todos
igualmente: católicos e protestantes, muçulmanos e judeus, espíritas e umbandistas,
... Deus ama com o mesmo inalterável amor o santo e o pecador !
O que há de mais importante para a Humanidade, segundo a minha concepção e,
talvez, a sua, é o Evangelho, e o Evangelho não é espírita - o Evangelho, é o
Código Universal do Amor ! Jesus não é espírita, não é católico, não é protestante
- Jesus é simplesmente a mais pura expressão do Amor de Deus para toda a
Humanidade !
(Obra: Trabalhadores da Última Hora - Carlos A.Baccelli/Inácio Ferreira)
**Recebi por e-mail.
Limpe suas gavetas emocionais.

Você tem hábito ou mania de guardar coisas velhas, “cacarecos”, daqueles que não servem absolutamente
para mais nada, mas por um apego sentimental acabam indo parar numa gaveta, para volta e meia dar o ar da graça, quando você mexer nela?
Por incrível que isso possa lhe parecer, a gaveta vai enchendo, até que um dia, você se “enche” de ter todos esses cacarecos guardados e começa a se desfazer deles.
Doa, descarta, joga no lixo.
Aí você descobre que tinha um espaço muito valioso, sua gaveta, cheia de “porcarias” inúteis, que agora está livre para ser útil e guardar nela, bens, objetos, documentos importantes e ainda torná-los acessíveis para usos futuros.
Agora, preste atenção no que vou lhe dizer.
Esse hábito de guardar cacarecos, também acontece com os sentimentos e emoções.
É nesse ponto que eu quero chamar sua atenção hoje, para que você reflita um pouco.
Provavelmente você acredita e aceita a ideia de que cada dia em sua vida é único e a ele cabe sua carga de atividades e responsabilidades.
Que os acontecimentos, pensamentos, sentimentos, emoções e fatos desagradáveis ou inúteis vividos, bem como objetos sem valor devem ser descartados imediatamente, para que não ocupem lugares preciosos no seu coração.
Bem, se assim for, por que tem gente que insiste em carregar para o dia seguinte a carga acumulada de rancor, mágoa e dor?
Fazer isso é como guardar os cacarecos numa gaveta qualquer.
O pior não é só guardar de um dia para outro, mas carregar consigo, sentimentos ruins para a semana seguinte, para o outro mês quem sabe até por anos...
Isso acontece, por que de alguma maneira, as pessoas se apegam ao sofrimento e ressentimento, como se apega a essas coisinhas que são guardadas nas gavetas.
Mesmo sabendo que são inúteis, elas não tem coragem para jogar fora.
Às vezes ainda compartilham esse lixo emocional através de comentários maldosos, lamentações sem fundamento, reclamações vazias. 
Quer ver como é que isso é real?
Veja o que a muitas pessoas postam (escrevem) em perfis e linhas do tempo nas redes sociais.
Minha pergunta é: será que a vida não ficaria mais leve se vivermos como a mente limpa desses pensamentos inúteis e se renovarmos o coração.
Fazendo uma limpeza de vez em quando, como fazemos com as gavetas?
Bem, você há de convir comigo que as marcas e cicatrizes sofridas, ficam para lembrar da vida,
do que fomos, do que fizemos e daquilo que devemos evitar.
É claro que ainda não inventaram nenhum tipo de cirurgia plástica da alma, que possam
tirar essas marcas, as nossas vivências e nos deixar novinhos.
Eu digo: Ainda bem.
É para não nos esquecermos do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos para chegar aqui. 
Para não nos esquecermos das vitórias e das lutas que foram necessárias para obtê-las.
Portanto, fica uma questão que eu considero importante, você refletir hoje.
Que tal, descarregar e descartar os “cacarecos” da gaveta das emoções, que você trouxe de ontem?
Faça uma análise e observe com sinceridade.
O que te magoou ontem ou hoje? 
Agora pegue esse sentimento nas mãos e observe e se pergunte:
“Quanto esse sentimento em mim, vai afetar ou fazer mal à pessoa que me causou isso”? 
Eu me antecipo e repondo: NADA (ene a de a) N A D A.
Agora me responda sinceramente:
Você vai guardar esse “lixo” de rancor por outra pessoa que só vai ocupar um espaço precioso dentro de você, enchendo a sua gaveta?
Joga fora...
Descarte...
Faça isso por você. 
As mágoas envelhecidas transparecem no rosto e nos atos e eles moldam sua existência.
Claro que é preciso, uma boa dose de coragem e ousadia, para abrir a gaveta do coração e dizer:
Eu não preciso mais disso. Isso aqui não me traz nenhum benefício.
Quando só ficarem a lembrança das alegrias, do bem que fizeram a você, mais espaço haverá para novas experiências e lições de vida.
Esvaziando a gaveta do coração das emoções inúteis, você terá espaço para armazenar os bons sentimentos.
Sua vida se tornará mais leve e será mais prazerosa vivê-la intensamente. 
Acredite que a partir dessa atitude de limpeza das suas gavetas emocionais, você vai perceber que coisas boas começam a acontecer naturalmente em sua vida.
É uma simples lei do universo que entra em ação.
Bondade atrai bondade, luz atrai luz, amor atrai amor.
Experimente fazer isso hoje!
Pois, você é um ser único, que merece cada dia que sua vida seja plena e feliz.
Pense nisso...
Tenha um Bom Dia HOJE!
Sigmar Sabin
Professor e Aprendiz da vida
Enxaqueca com aura intensifica distúrbios do equilíbrio

Além da dor intensa e do transtorno que costuma causar, a enxaqueca traz consigo outros males: tonturas, comprometimento da estabilidade postural, desequilíbrio dinâmico e alterações na marcha. Esses sintomas são agravados quando a enxaqueca vem acompanhada da aura, sintoma neurológico que provoca fenômenos visuais, como pontos de luz e flashes.

A enxaqueca afeta cerca de 12% da população mundial, principalmente mulheres
Essas descobertas foram reveladas durante estudo realizado pela fisioterapeuta Gabriela Ferreira Carvalho, no Núcleo de Apoio a Pesquisa em Doenças Crônico-Degenerativas (NAP-DCD) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. O trabalho de Gabriela foi o primeiro a mostrar que a aura intensifica os distúrbios de equilíbrio que afetam os enxaquecosos.
Trabalhando sob orientação da professora Débora Bevilaqua Grossi, Gabriela avaliou 92 mulheres, sendo que 31 apresentavam diagnóstico de enxaqueca com aura, 31 eram enxaquecosas sem aura e 30 não sofriam de dor de cabeça.
Os resultados revelaram maior desequilíbrio em pacientes com enxaqueca e aura associadas, tanto na avaliação onde os dois pés estavam apoiados, quanto com o apoio em um só pé. A agilidade durante a caminhada também foi menor nas mulheres com enxaqueca. Os sintomas de tontura acompanharam 80% daquelas com aura e 65% do grupo sem aura.
Quem já teve crise de enxaqueca conhece bem o transtorno que causa na vida de qualquer um. E o sofrimento não se restringe a poucos. A doença é extremamente frequente, afetando em torno de 12% da população em todo o mundo, sejam homens, mulheres e até crianças. Outro fato de reconhecimento mundial é a predisposição feminina para o problema. Acomete entre 18% e 20% das mulheres contra apenas 4% a 6% dos homens, com pico de prevalência nos anos produtivos, entre 25 e 55 anos idade.
Impacto na qualidade de Vida
A pesquisadora explica que a enxaqueca é uma cefaleia de alta prevalência que pode estar associada a complicações isquêmicas do tecido cerebral. Na presença de aura, verifica-se maior frequência de danos nas regiões do cerebelo e do sistema vestibular e as repercussões clínicas dessas anomalias ainda são desconhecidas.
O estudo constatou que, mesmo sem a presença da aura, a enxaqueca compromete a velocidade da caminhada. Esses achados, garante a pesquisadora, abrem novos caminhos para investigar a doença e aponta para a necessidade de novos tratamentos e orientação aos pacientes, levando em conta a interferência da aura, por exemplo.
Como a enxaqueca com ou sem aura compromete a estabilidade e a mobilidade, o resultado é de impacto significante nas atividades de vida diária das pessoas. Assim, a fisioterapeuta está preocupada em apontar tratamentos preventivos contra o comprometimento funcional desses pacientes. Gabriela acredita na importância das investigações sobre as alterações na marcha e também na verificação de eventual agravamento do quadro com o processo de envelhecimento.
A preocupação com qualidade de vida a longo prazo faz sentido, já que os atuais resultados foram obtidos em estudos com mulheres jovens —média de 33 a 38 anos — da região de Ribeirão Preto. Tinham diferentes níveis de instrução, desde ensino fundamental incompleto até superior completo. Apresentavam alta intensidade de dor e frequência média de sete crises por mês e não possuíam nenhum outro tipo de doença.
A pesquisa Avaliação do equilíbrio, agilidade e impacto da tontura em migranosos com e sem aura recebeu o prêmio “Wilson de Farias” durante o último Congresso Brasileiro de Cefaleia, realizado no Rio de Janeiro, em setembro desse ano. Foi reconhecido pelos especialistas como o melhor trabalho apresentado em todo o congresso.
Imagem: Marcos Santos / USP Imagens
Mais informações: email gabriela.fisioterapia@gmail.com

sábado, 8 de dezembro de 2012

UMA ADVERTÊNCIA ESPIRITUAL AOS ESPIRITUALISTAS
(O Recado Direto do Exu-Guardião ao Povo da Luz)
É fácil cair na ribanceira, o difícil é subir de novo...
O mundo está cheio de gente perversa - que faz magia pesada -, e que nem parece gente, é besta-fera, cheia de ódio.
E como vocês falam do alto da cabeça, das mil luzes, das mil pétalas, da coroa de mil cores*, que deveria ser o ponto mais elevado de cada um, mas, que nada...
Aqui na Terra, com seus pensamentos pútridos, as pessoas transformaram o alto da cabeça no lótus das mil correntes negativas - é, mil serpentes habitam o alto das cabeças dos homens.
Cada serpente é um defeito: têm a serpente do ódio, a serpente do orgulho, a serpente do medo, e daí vai...
É por isso que, às vezes, a própria vida dá pancada na cabeça do homem, para espantar essas serpentes malditas.
O que vocês chamam de kundalini** - e que sobe pela coluna -, vem sendo pervertido por muita gente... A energia sobe suja, lasciva, terrível, e alimenta as serpentes do alto da cabeça.
E é por isso que a vida dá cascudo no homem.
E aqueles, iguais a vocês, que querem trabalhar na Luz, que se acautelem e fiquem de olho vivo... Porque é muito fácil cair na ribanceira das trevas, e a subida é muito difícil.
Eu trabalhei muito tempo no abismo, onde a Luz não chega, e fui subindo, pedacinho a pedacinho, e me erguendo de novo. E, por isso, eu sei que as fossas do umbral*** estão cheias de espiritualistas covardes, que tiveram a maior das chances em vida e não aproveitaram, fugiram da raia, não aguentaram o tranco da verdade na cara, não aguentaram a Luz de frente, correram, fraquejaram, e caíram...
Gente que era para praticar a caridade, e que se perverteu e passou a exalar maldade... Gente que era para estar forte no caminho, mas que debandou, aos montes, e o umbral foi só recolhendo.
E isso é assim mesmo, e muitos de vocês não vão chegar ao fim também... Porque vão cair pela própria fraqueza, pela própria arrogância.
Não tem coisa melhor que percorrer um caminho espiritual, seja ele qual for... Porque reforça a estrutura espiritual do Ser, projeta Luz em seu caminho, protege, e ajuda asuperar os obstáculos (muitos deles vindos de outras eras, por causa de maldades feitas por vocês mesmos, em vidas anteriores).
E é de assustar, ver quem deveria se pautar pela Luz, fraquejar e cair, como se não tivesse noção das coisas,como se fosse cego (de consciência).
Vocês falam de olho espiritual e, no entanto, às vezes, vocês mesmos tapam esse olho... E fingem que não veem. E, depois, vão chorar no umbral, vão chorar nas cavernas, como se fossem bebezinhos desmamados - como se não fossem gente que teria de ser forte.
Quanta gente, agora mesmo (pinguços, pés de cana), está enchendo a cara na noite?... E quantos estão capengando na noite, atrás de drogas?...
Quantos, agora mesmo, estão prestando atenção na vida alheia?...
Quantos estão hipnotizados pela televisão?...
E as serpentes comendo as suas consciências, por cima, além dos ladrões extrafísicos de energia, que vêm e se locupletam, se banqueteiam com os restos que o homem larga com a sua própria mente, defecando pensamentos pútridos e formas mentais**** horrosas na aura do mundo.
Por isso, é preciso que quem caminha na Luz seja forte, que ore ao Pai, que fique firme e não dê mole na estrada. E, às vezes, é melhor levar a verdade na cara, do que se iludir com um monte de fantasias místicas.
Vocês todos, sem exceção, são capengas espirituais tentando acertar o passo, mas agem como se fossem corredores velozes; no entanto, são coxos de alma, mancos de espírito, tentando acertar o passo...
Se bobear, o mundo leva - e a família hipnotiza; e se deixar, cai na ribanceira.
E é por isso que o mundo espiritual alerta: não fujam da raia, não se afastem da Luz, não deem mole para as trevas, e não acalentem serpentes na cabeça.
Orem, trabalhem, façam sua parte nesse mundo doente. Não reclamem de nada.
E se acostumem, porque eu estou aqui - e vou ficar! E vou vir outras vezes, sempre que Deus me der a chance de falar, porque eu não quero ver nenhum de vocês na ribanceira.
Eu não quero recolher nenhum de vocês amanhã no meio da treva, e não quero que ninguém diga que aqui tem covarde. E eu vou ficar sempre ali, no canto, só de olho, e se precisar, eu descerei a lenha...
E, se vocês olharem, na tradição da Índia, vão ver que Krishna era matador de serpentes (e ninguém entendeu que essas serpentes estavam na cabeça dos próprios homens). Ele era o destruidor de demônios (perpetrados pelo próprio homem e engendrados em seu chacra coronário).
Limpem os pensamentos.
Luz na cabeça.
E Força no Espírito!
- Um Exu-Guardião, servidor de Deus -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - São Paulo, 21 de Novembro de 2012).
P.S.:
Esses escritos são a transcrição de uma comunicação psicofônica realizada durante uma reunião com os 100 participantes do Grupo de Estudos e Assistência Espiritual do IPPB. O espírito comunicante é o mesmo de outro lance psicofônico, ocorrido em 2009. Inclusive, a gravação dessa vez anterior foi apresentada no meu programa Viagem Espiritual - que passa aos domingos, às 12 h 30 min, na Rádio Mundial de São Paulo - 95.7 Fm. - e pode ser acessada no seguinte endereço específico do site do IPPB (na Rádio IPPB - seção de multimídia do site):
Para melhor compreensão sobre esses escritos, sugiro aos leitores que vejam esses três textos postados no site do IPPB, nos seguintes endereços específicos:
"Um Esclarecimento Espiritual dos Exus-Amparadores" -
"Clarinadas Espirituais dos Exus - Os Guardiões do Astral" -
"Toques Conscienciais dos Exus-Amparadores" -
- Notas:
* Lótus das Mil Pétalas - metáfora iogue para o chacra coronário (que é o centro de força situado no topo da cabeça, por onde entram as energias celestes.
Obs.: Sugiro ao leitor interessado em aprofundar o estudo dos chacras, que acesse a seguinte série de três textos postadas no site do IPPB, nos seguintes endereços específicos:
Chacras e Cura Psíquica - I
Chacras e Cura Psíquica - II
Chacras e Cura Psíquica - III
** Kundalini - do sânscrito - significa literalmente "enroscada". Esse nome deve-se ao seu movimento ondulatório - que lembra o movimento de uma serpente. Daí a expressão esotérica "fogo serpentino". Ela também é chamada pelos iogues de "Shakti" - do sânscrito - a força divina aninhada na base da coluna.
Kundalini nada tem a ver com o sexo diretamente, muito embora seja a energia que ativa e vitaliza a sexualidade. Devido à prática de exercícios tântricos que envolvem a contenção do orgasmo, quando esse conhecimento chegou ao Ocidente foi logo desvirtuado. Hoje, esse tema surge associado a rituais e posturas sexuais aqui no Ocidente. No entanto, o despertar da kundalini é um processo puramente espiritual e energético em essência. Envolve a ativação dos chacras, principalmente do chacra cardíaco, que equilibra e distribui corretamente o fluxo ascendente da shakti ao longo dos nádis. Não significa acender um foguete esotérico no traseiro e decolar pelos nádis ao longo da coluna, como muita gente imagina. "Acender" não significa necessariamente "ascender". Particularmente, não gosto do processo de despertar da kundalini que é feito por grupos esotéricos ocidentais. Prefiro o trabalho mais energético e naturalista do Yoga.
*** Umbral - plano astral denso; plano extrafísico atrasado.
**** Formas Mentais - são formações mentais modeladas e organizadas pelo pensamento e a imaginação; formas-pensamento; formas ideoplásticas.
GUARDEMOS O ENSINO...
"Ponde vós estas palavras em vossos ouvidos." 
- Jesus - (Lucas, cap. 9 - vers. 44.)
- Por Emmanuel -
Muitos escutam a palavra do Cristo, entretanto, muito poucos são os que colocam a lição nos ouvidos.
Não se trata de registrar meros vocábulos e sim fixar apontamentos que devem palpitar no livro do coração.
Não se reportava Jesus à letra morta, mas ao verbo criador.
Os círculos doutrinários do cristianismo estão repletos de aprendizes que não sabem atender a esse apelo. Comparecem às atividades espirituais, sintonizando a mente com todas as inquietações inferiores, menos com o Espírito do Cristo. Dobram joelhos, repetem fórmulas verbalistas, concentram-se em si mesmo, todavia, no fundo, atuam em esfera distante do serviço justo.
A maioria não pretende ouvir o Senhor e, sim, falar ao Senhor, qual se Jesus desempenhasse simples função de pajem subordinado aos caprichos de cada um.
São alunos que procuram subverter a ordem escolar.
Pronunciam longas orações, gritam protestos, alinhavam promessas que não podem cumprir.
Não estimam ensinamentos. Formulam imposições.
E, à maneira de loucos, buscam agir em nome do Cristo.
Os resultados não fazem esperar. O fracasso e a desilusão, a esterilidade e a dor vão chegando devagarinho, acordando a alma dormente para as realidades eternas.
Não poucos se revoltam, desencantados...
Não se queixem, contudo, senão de si mesmos.
"Ponde minhas palavras em vossos ouvidos" - disse Jesus.
O próprio vento possui uma direção.
Teria, pois, o Divino Mestre transmitido alguma lição, ao acaso?
(Recebido espiritualmente por Francisco Cândido Xavier.)