quarta-feira, 11 de abril de 2012

Qual é o seu nível de ansiedade?

Faça o Teste

http://mulher.uol.com.br/comportamento/quiz/2012/04/06/qual-e-o-seu-nivel-de-ansiedade.htm

Ponderações sobre a "Verdade"

Por Dalton Campos – www.consciencial.org Quem tem excesso de razão, está sem a razão.
Razão o tempo todo, contínua e permanente é razão absoluta.
Deter a verdade relativa o tempo todo é ser dono absoluto da mesma.
Excesso de convicção é mera intransigência.
Com muita convicção se erra com mais firmeza.
Pessoas portadoras da verdade criam grupos que se desviam melhor.
A definição de discernimento no grupo é apenas a visão do grupo.
A definição de "sem discernimento" são as dos outros grupos em que não estou presente.
Os meus conceitos de "certo" e "errado" relativos podem esconder uma posição absoluta.
Qualquer dogma pode estar travestido de conceito ou de retórica.
Melhor ser errado e consciente que ser dono da verdade intransigente.
Dalton Campos Roque - poeta de mentalsoma e escritor de psicossoma, afinal holossoma é tudo! - www.consciencial.org

UMA IDEIA A EXPLORAR

Vamos colocar nossos idosos nas cadeias e os delinqüentes fechados nas ''casas de repouso''.     - Desta maneira, os idosos teriam todos os dias acesso a um ducha, lazer, passeios.
     - Não teriam necessidade de fazer comida, fazer compras, lavar a louça, arrumar a casa, lavar roupa etc.
     - Teriam medicamentos e assistência médica regular e gratuita.
     - Estariam permanentemente acompanhados.
     - Teriam refeições quentes e a toda hora.
     - Não teriam que pagar pelo seu alojamento.
     - Teriam direito a vigilância permanente por vídeo e receberiamassistência imediata em caso de acidente ou emergência sem qualquer pagamento.
     - Suas camas seriam mudadas duas vezes por semana e a roupa lavada e passada com regularidade.
     - Um guarda visitá-los-ia a cada 20 minutos e levar-lhes-ia acorrespondência diretamente em mão.
     - Teriam um local pra receberem a família ou outras visitas.
     - Teriam acesso a uma biblioteca, sala de exercícios e terapia física / espiritual.
     - Seriam encorajados a arranjar terapias ocupacionais adequadas, com formadores, instalações e equipamento gratuitos.
     - Ser-lhes-ia fornecido gratuitamente roupas e produtos de higiene pessoal. E o salário que é mandado para a familia dos presos, iria para a familia do idoso.

Reflitam e façam circular esta ideia.
     - Teriam assistência jurídica gratuita.
     - Viveriam numa habitação privada e segura, com um pátio para convívio e exercícios.
     - Acesso a leitura, computador, televisão, rádio, celulares echamadas telefonicas na rede fixa.
     - Teriam um secretariado de apoio, e ainda psicólogos, assistentes sociais, políticos, televisões, anistia internacional,etc., disponíveis para escutarem as suas queixas.
     - O secretariado e os guardas seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados.
     - Ser-lhes-iam reconhecidos todos os direitos humanos internacionalmente convencionados e subscritos.

Por outro lado, nas casas dos idosos:
     - Os delinquentes viveriam numa pequena habitação com obras feitas há mais de 50 anos.
     - Teriam que confeccionar a sua comida e comê-la muitas vezes fria e fora de horas.
     - Teriam que tratar da sua roupa.
     - Viveriam sós e sem vigilância.
     - Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.
     - De vez em quando seriam vigarizados, assaltados ou até violados.
     - Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.
     - As instituições e os políticos não lhes dariam qualquer importância ou assistencia.
     - Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.
     - Não teriam ninguém a quem se queixar.
     - Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha.
     - Passariam frio no Inverno porque não teriam aquecimento.
     - O entretenimento diário consistiria em ver telenovelas.

Digam se desta forma não haveria mais justiça para todos e os contribuintes agradeceriam?
Não esqueçam! O salário de Cr$ 860,00, é melhor do que a aposentadoria que os velhinhos que trabalharam por longos anos da sua vida, recebem hoje.

Reflitam e façam circular esta idéia. Um dia você vai ficar velho!
Direitos humanos?  Só prus manus!!!
Recebi por e-mail sem autoria

Você não está sozinho.


Os seus anjos de guarda, os bons espíritos, sob as ordens
de Deus,
dão lhe ininterruptas ideias de progresso, paz e
felicidade.
São bênçãos em cascata.
Quando uma ideia lhe vem à cabeça,
analise se é para o bem ou para o mal.
Se for para o mal, ponha uma
ideia do bem sobre ela e a suplante.
Você tem o livre-arbítrio.
A escolha é sua e as consequências também,
não se esqueça de que o bem produz alegrias e o mal,
tristezas.
Aproveitar as boas ideias é agradar aos anjos de guarda.
Lourival Lopes
Extraído de
"Sabedoria todo dia".

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Os Benefícios do Gengibre!


A raiz que queima gordura e ajuda a emagrecer
Quem o...
lha para o gengibre não imagina seu poder. Além e aliviar enjoos, aumentar a vitalidade e a imunidade, combater diarreias, cólicas, artrite e enxaqueca, o gengibre também ajuda a emagrecer.
O gengibre é um alimento termogênico. Ele aumenta a temperatura do corpo e por causa disso obriga o organismo a gastar mais energia. Isso acelera o metabolismo e a queima de gordura.
Não precisa consumi-lo puro. Pode ingeri-lo como chá ou temperado na comida. Você pode também consumir o gengibre em pó, tomando uma colher de café por dia, ou acrescentá-lo o pó de gengibre aos sucos e alimentos.
Para fazer o pó de gengibre basta cortá-lo em fatias bem finas e deixá-lo secando na sombra por uma semana. Depois, bata a planta no liquidificador até que vire pó. Guardado em um ambiente fechado dura até seis meses.
Já o chá recomenda-se tomar ½ litro da bebida por dia, dividido em cinco doses iguais. Procure ingerir o chá sempre depois das refeições.
Fonte: G1

domingo, 8 de abril de 2012

PÁSCOA, TEMPO DE FESTA?


O entrudo que deu origem ao nosso Carnaval precedia a Quaresma: época de intensa atividade religiosa
Você sabia que o período da Quaresma, em vez de recolhimento, jejum e reflexão espiritual, já foi tempo de intensas festividades e de comilança à vontade no Brasil? E que o ato de malhar o Judas remonta ao período colonial?
Essas e outras curiosidades podem ser lidas neste interessante artigo sobre a celebração da Páscoa no país. Com muitas informações históricas, o texto remonta ao período do Brasil Colônia, tempo em que as atividades da Quaresma agitavam a vida social.
Com uma linguagem acessível, o presente artigo é uma boa dica de leitura para se conhecer um pouco mais sobre as celebrações da Semana Santa no Brasil. Portanto, boa leitura e FELIZ PÁSCOA!!!
Hugo Freitas
PÁSCOA, TEMPO DE FESTA
Por Georgina Santos
Professora de História da Universidade Federal Fluminense (UFF)
No Brasil, o carnaval custa a terminar. Arrasta multidões para as ruas de Norte a Sul, avançando sem pudores sobre o limite determinado pela quarta-feira de Cinzas. A atração exercida pelos folguedos vem de longe e deu o que fazer ao clero e às autoridades municipais ainda nos primeiros tempos da colonização.
Entre 1604 e 1691, uma série de alvarás e posturas tentou conter os abusos praticados durante o entrudo, ancestral do nosso carnaval. Com a intenção de afastar os colonos das batalhas recreativas com baldes d’água, ovos, laranjinhas e limões de cheiro, os jesuítas introduziram, em 1616, a adoração de quarenta horas no decorrer do entrudo – como haviam feito em Portugal uma década antes, pelo mesmo motivo. Ao longo dos três dias de folia, o Santíssimo Sacramento ficava exposto dia e noite num altar iluminado pela chama de vinte velas. Mas o empenho dos padres em antecipar o clima da Quaresma e destronar o entrudo foi insuficiente, e a iniciativa caiu no esquecimento.
Passado o tempo de excessos, enfim a Igreja poderia fazer valer suas orientações. Afinal, os quarenta dias que separam o carnaval da Páscoa eram considerados, desde o século VII, um período preparatório dedicado ao jejum, às privações voluntárias e às mortificações capazes de aproximar os fiéis do sofrimento vivenciado por Cristo.
Mas não era bem assim que funcionava no Brasil. Ao longo da Quaresma, uma série de eventos religiosos levava a população a se deslocar permanentemente entre missas e procissões, agitando a vida social a tal ponto que as idéias de contrição e recolhimento evaporavam.
Parte desse desvirtuamento se explica pela própria natureza de nossa colonização. Foi lenta a instalação dos bispados em todo o território, e era pequeno o número de clérigos capazes de orientar a população. O resultado foi, no geral, uma formação católica bastante superficial. Não eram incomuns atos de franca zombaria e desrespeito às figuras sagradas. Thomas Luis Teixeira, ex-alferes da infantaria e morador de Belém, foi denunciado ao Santo Ofício no Estado do Grão-Pará, em 1773, por desacato à imagem de Cristo durante uma procissão da Quaresma. Thomas teria lançado com força, do sobrado onde morava, um vaso “de imundícies fétidas, escarosas” sobre o andor que carregava o Senhor Crucificado. O impacto da pancada foi tamanho que espatifou a imagem e cobriu de excrementos os participantes do cortejo.

"Um viajante francês considerou falso o espetáculo
da autoflagelação: muitos dos participantes se mortificavam
diante das donzelas para despertar compaixão"

Missa de celebração da Páscoa: o domingo marcava o fim da privação das procissões características da Quaresma
E nem é o caso de se culpar somente os colonos por sua fé pouco ortodoxa. Em Portugal, na mesma época, a Quaresma estava longe de ser um período de abstinência e meditação. Havia procissões todas as sextas-feiras, e o recomendado jejum era facilmente substituído por doações caridosas às obras de alguma paróquia. Assim, podia-se comer à vontade, sem remorso. Toda procissão virava pretexto para reuniões, bailes familiares e encenações cômicas regados a chás e bolos. Até os monges se permitiam substituir a manteiga e o açúcar do arroz-doce por leite de amêndoas.
Na Colônia, como em Portugal, o início da Quaresma era marcado pela Procissão das Cinzas, realizada na quarta-feira após o carnaval, sempre por iniciativa da Ordem Terceira de São Francisco. Instituído no Rio de Janeiro, em Salvador e em Olinda no século XVII, o cortejo passou a integrar o calendário das festas religiosas do Recife, da Paraíba, de São Luís e de Vila Rica (Ouro Preto) somente no século seguinte. No Rio, o evento aconteceu pela primeira vez em 1647 e, desde então, tornou-se o mais espetaculoso da cidade.
Anjos, virgens, confrades enfeitados, devotos com tochas acesas, clérigos e guardas militares desfilavam acompanhados de vinte andores adornados com luxo e riqueza. Após as salvas de mosquetaria, a procissão descia a Ladeira de Santo Antônio, atravessava o Largo da Carioca e percorria as principais ruas do Centro, detendo-se nas várias igrejas do percurso. No fim, o préstito retornava ao Morro de Santo Antônio, onde a irmandade distribuía amêndoas e confeitos às crianças que haviam figurado como anjos no cortejo.
O evento das Cinzas também ficou conhecido como Procissão da Penitência. Uma referência explícita ao exército de flagelantes que, para purgar seus pecados, lanhavam os ombros com navalhas, bolas de cera aramadas ou cacos de vidro à saída do préstito. A cena causava comoção entre os católicos praticantes e os espectadores mais sensíveis, mas provocou estranheza no viajante francês Le Gentil de La Barbinais, que considerou o espetáculo extravagante e falso, ao visitar Salvador em 1717. Sobretudo depois de constatar que muitos participantes se mortificavam com violência diante das donzelas para despertar compaixão.
Semana Santa em Olinda e Recife
Em Olinda e no Recife, o cortejo também atraía multidões. Na capital pernambucana, a procissão era aberta pelo “papa-angu”, figura que se vestia com uma longa túnica preta, mantendo a cabeça coberta por um capuz com dois orifícios na altura dos olhos, e munido de um comprido relho, destinado a fustigar aqueles que obstruíam sua passagem. Conhecido noutras paragens como “farricoco”, o tipo participava de outros cortejos, como o do Senhor dos Passos, criado para recordar o drama de Jesus Cristo até o calvário. A procissão assumia a forma de um teatro volante e detinha-se em vários pontos para encenar os episódios mais marcantes da Paixão. Em Portugal, acreditava-se que aqueles que seguissem por sete anos a fio a procissão dos Passos teriam a garantia de não morrer em pecado mortal.
O clímax das cerimônias religiosas ocorria na Semana Santa, com as procissões de Fogaréus, na quinta-feira de Endoenças, e do Senhor Morto, na sexta-feira da Paixão. Organizada pela Santa Casa da Misericórdia, a de Endoenças recordava a Última Ceia e não exibia andores nem imagens de santos ou da Virgem, apenas um painel com o Cristo coroado de espinhos. Duas longas filas de homens vestidos com casacões negros de capuz iluminavam o trajeto com uma espécie de candeeiro preso a uma vara de pau, daí o nome Fogaréus. Uma legião de flagelantes catalisava as atenções: nus da cintura para cima e armados de chicotes, açoitavam a si mesmos insuflados pelos farricocos.
No dia seguinte, sexta-feira da Paixão, tinha lugar a procissão do Senhor Morto ou do Enterro, realizada pela Ordem Terceira do Carmo. No Rio de Janeiro, o evento teve início em 1658 com toda pompa e circunstância: aberto pela guarda militar, conduzia uma grande cruz alçada com o Santo Sudário trançado em seus braços, escoltado por tocheiros. Na seqüência, crianças ricamente vestidas de anjos carregavam os emblemas da Paixão e abriam caminho para os irmãos do Carmo. Atrás, sob um luxuoso pálio cercado de círios com tochas de cera roxa, avistava-se um esquife de prata com o Senhor Morto, parcialmente coberto por um manto violeta de franjas douradas. O ataúde se deslocava sobre o ombro de clérigos, “convidados mediante pagamento de compensadora propina”.
Ávidas por demonstrar sua sincera devoção e as qualidades morais de seus membros, as famílias mais notáveis acompanhavam o féretro representando personagens da Paixão: Madalena, São João Evangelista, Verônica, José de Arimatéia e Nicodemos. Em seguida vinham o Anjo Cantor – representado por uma jovem escolhida entre as famílias mais abastadas –, a guarda romana e a imagem de Nossa Senhora das Dores, ladeada por uma guarda de honra e trajada com um manto de veludo bordado a ouro, jóias valiosas e um resplendor de ouro sobre a coroa. Encerrando o desfile, a banda, com seus instrumentos adornados por laços de crepe, executava as marchas fúnebres que embalavam o cortejo.
O espetáculo da procissão do Senhor Morto era disputadíssimo e atraía praticamente toda a população da cidade, movimentando o comércio ambulante. Nas calçadas e no vão das portas, negras vendiam bijus, pamonhas, cuscuz e arroz-doce em seus tabuleiros, faturando para si e para as sinhás. A mesma oportunidade tinham os aguadeiros e os vendedores de aluá (espécie de suco com frutas ou farinha). Os privilegiados, que moravam no itinerário da procissão, ornavam suas janelas com colchas de damasco e recebiam, com gosto ou a contragosto, parentes e amigos para assistir ao desfile.

A malhação de Judas é um ritual desde os tempos coloniais. No Sábado de Aleluia, as pessoas de comportamento inadequado são representadas pelo apóstolo traidor
Sábado de Aleluia
No sábado de Aleluia, era a vez de um rito vibrante e barulhento: a malhação do Judas. Representado por bonecos de palha ou de pano, preso em postes de iluminação pública ou em galhos de árvores (numa alusão ao seu suicídio), o apóstolo traidor era queimado pelos populares aos gritos, logo depois que os sinos anunciavam a aleluia litúrgica. Personificação das forças do mal, a boneco do Judas é, segundo alguns, um resquício de antigos ritos agrários europeus. A destruição de sua imagem representava para as comunidades camponesas a expurgação do mal e a certeza de uma boa colheita. Embora revestida de significado cristão, a prática adquiriu nova função: limitar as ações consideradas impróprias à comunidade que malha o Judas – em seu corpo desengonçado coloca-se o nome da vizinha fofoqueira, do marido adúltero, do comerciante ganancioso... O ato depura as ações e os pensamentos nocivos de cada um dos participantes, preparando-os para a renovação anunciada pelo domingo de Páscoa.
Depois de longos quarenta dias de “privação”, é hora enfim de festejar: que venham os presentes e os ovos de chocolate!
Fonte: Revista de História
Saiba Mais - Bibliografia:
CAMPOS, João da Silva. Procissões tradicionais da Bahia. Salvador: Conselho Estadual de Cultura, 2001. 2ª edição.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Editora Itatiaia, 1984.
COARACY, Vivaldo. Memórias da cidade do Rio de Janeiro. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.
MATHIEU-ROSAY, Jean. Dicionário do Cristianismo. Rio de Janeiro: Ediouro, 1992.

PAPEL ALUMÍNIO

O papel mais popular que existe na cozinha tem mais utilidade do que apenas ir ao forno.
Afiar tesoura e faca? O papel alumínio pode ajudar você a recuperar aquela tesoura cega? que há tempos está jogada de lado. Pegue um pedaço de papel, amasse e use a tesoura para cortar o papel. Repita o processo até 10 vezes, sua tesoura ou faca irá cortar tudo.
Adeus goteira. Apareceu uma goteira e não tem como arrumar no momento? Cubra o furo com papel alumínio. Como ele é impermeável e moldável, irá segurar se a chuva chegar.
Tem cheiro forte na geladeira? Ninguém gosta de abrir a geladeira e sentir aquele cheiro forte da cebola que não foi usada, não é? Então cubra a cebola com filme plástico e depois com uma folha de papel alumínio. Além do cheiro não sair, a cebola ficar manterá sua umidade como se tivesse sido cortada no ato que for usar.
Economize ferro! Quer economizar ferro de passar, energia e suas mãos? Cubra a mesa de passar roupa com papel alumínio deixando a parte brilhante para cima. Por cima do papel coloque um lençol ou tecido de algodão. O alumínio irá refletir o calor e só de passar um lado da roupa o outro já ficará liso também.
Sem veda-rosca? o parafuso ou a porca não estão bem encaixados? Enrole papel alumínio. Ele fará a pressão necessária para que fique tudo bem preso.
Achamos a resposta? Se você, como muitas pessoas, sempre se pergunta qual o lado do papel alumínio que se deve deixar em contato com os alimentos que vão ao forno, não se preocupe mais! Nós achamos a resposta! O lado correto é o lado mais brilhante por ser também a parte mais lisa. Assim a carne não irá grudar e tudo ficará bem assado.
Na maior limpeza? Pouca gente usa mas o papel alumínio realmente serve como um ótimo protetor de sujeira no forno e no fogão. Forre o forno e fogão com ele sempre que for assar, fritar ou fazer algo que possa suja-lo.
Fruta fora da geladeira durando muito? O papel alumínio conserva a umidade natural das frutas, então se não quer mantê-las dentro da geladeira você pode envolve-las em papel alumínio que sua duração será tanto quanto se elas estivessem na refrigeração.
Limpa sujeira difícil? Grudou no fundo da panela ou na assadeira e não sai? Amasse um pedaço de papel alumínio e esfregue. A sujeira irá se soltar com facilidade.
Cone multiuso? Precisa de um funil ou mesmo de um saco para confeitar? Faça com o papel alumínio. Ele é moldável e impermeável, assim ganha qualquer formato e não suja suas mãos.
Aproveite bem estas dicas e Boa sorte

Simbolos da páscoa

Por que existe a tradição dos ovos de chocolate e do coelho?Os ovos tornaram-se símbolo oficial da Páscoa no século 18 Agora que você já conhece o significado da Páscoa para cristãos e judeus, deve estar imaginando qual é
o papel dos ovos de chocolate e do coelho da Páscoa na celebração e porque eles se tornaram símbolos da festa. Ambos foram trazidos de antigos rituais pagãos de
fertilidade da primavera, que aconteciam na Europa e no Oriente Médio e eram relacionados com a ressurreição.

O coelho da Páscoa representa a periodicidade humana e lunar, a fertilidade e o renascimento da vida. No Egito Antigo, a lebre era o símbolo da fertilidade. Na Europa,
o coelho representa o renascimento da vida, pois, como já assinalamos, a Páscoa européia coincide com o início da primavera. É a época em que a neve derrete, a vida
ressurge e os coelhos deixam suas tocas após a hibernação do inverno.

Na festa da primavera, os chineses costumavam presentear os amigos com ovos. Eles embrulhavam os ovos com cascas de cebola e os cozinhavam com beterraba. Quando
retirados do fogo, apresentavam desenhos mosqueados na casca. Os egípcios também distribuíam ovos no início da nova estação. No início do cristianismo, presenteava-se
com alimentos. A partir do século 18, a Igreja adotou o ovo oficialmente como símbolo da Páscoa. Assim, os ovos tornaram-se o símbolo da ressurreição e da nova vida.
A explicação mais provável para o surgimento da troca de ovos de chocolate na Páscoa foi o início da produção em larga escala de chocolate pela indústria em 1828.

Como os primeiros cristãos celebravam a ressurreição de Jesus ao mesmo tempo em que os judeus comemoravam sua Páscoa, vários costumes e símbolos da festa judaica
foram incorporados às tradições cristãs. O cordeiro (foto ao lado) é um exemplo. Presente na Páscoa dos judeus, ele simboliza para os cristãos o próprio Jesus Cristo,
que foi crucificado para pagar os pecados dos homens.

Alguns costumes da Páscoa permanecem apenas no Oriente. Na Rússia, por exemplo, há cristãos que se cumprimentam no dia da Páscoa com a saudação: "Cristo ressuscitou";
e a resposta: "Ressuscitou realmente". Nos países ibéricos e em suas ex-colônias acontece a malhação do judas, hábito condenado pela Igreja Católica. As pessoas
se reúnem no Sábado de Aleluia para linchar um boneco que simboliza Judas, apóstolo que traiu Jesus.

Círio Pascal
É uma vela onde estão inscritas as letras gregas alfa e ômega, simbolizando que Cristo é princípio, fim e ao mesmo tempo luz.
Cordeiro
É um símbolo pascal na Europa Central e Oriental. Os cristãos costumam dizer que Jesus foi o cordeiro de Deus. Muitas pessoas servem esse animal como parte do banquete
de Páscoa. Em muitas casas, um bolo em forma de cordeiro costuma decorar as mesas.

Cruz da Ressureição
É o símbolo da religião cristã, representando sofrimento e ressurreição, pois Jesus foi crucificado, mas voltou à vida.
Pão e Vinho
Simbolizam o corpo e o sangue de Jesus e são dados aos discípulos para celebrar a vida eterna.
Colomba ou pomba de páscoa
Existem várias lendas que contam a origem da colomba pascal. Uma delas diz que no norte da Itália, na Lombardia, o vilarejo de Pavia seria invadido pelo exército
de Albuino, o rei dos Lonbargos. Um confeiteiro do local resolveu preparar um presente para o invasor. Criou um bolo diferente, preparado com ricos ingredientes
e assado no formato da pomba da paz. Quando recebeu o presente, o invasor ficou encantado com o sabor do bolo e com a sensível idéia e decidiu poupar o vilarejo
do ataque. Esse bolo em formato da pomba da paz simboliza a vinda do Espírito Santo. A Bíblia conta que quando João Batista estava batizando Jesus, o Espírito Santo
apareceu na forma de uma pomba.

Coelho
O coelho era símbolo de fertilidade no antigo Egito. Como esse animal se reproduz rapidamente e gera muitos filhotes, representa a fecundidade e a reprodução constante
da vida e também a Igreja, que também pode ter novos discípulos sempre. Uma lenda conta que uma mulher pobre pintou ovos e colocou-os escondidos num ninho para presentear
os filhos num domingo de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um coelho passou e elas acreditaram que o animal trouxera o presente. O coelho como símbolo
da Páscoa chegou ao Brasil pelos imigrantes alemães, entre 1913 e 1920. Na nossa tradição, o coelho esconde os ovos coloridos em ninhos para que as crianças possam
procurá-los como presentes de Páscoa.

Feliz Páscoa em Diversas Linguas
Feliz Páscoa Na Tchecoslováquia VESELE VANOCE

Feliz Páscoa Na Alemanha SCHÖNE OSTERN
Feliz Páscoa Na Itália BUONA PASQUA
Feliz Páscoa No Laos SOUK SAN VAN EASTER
Feliz Páscoa Na Macedônia SREKEN VELIGDEN
Feliz Páscoa Em Inglês HAPPY EASTER
Feliz Páscoa Na França JOYEUSES PÂQUES
Feliz Páscoa Na Grécia KALO PASKA
Feliz Páscoa Na China FOUAI HWO GIE QUAI LE
Feliz Páscoa Em árabe EID-FOSS'H MUBARAK
Feliz Páscoa Na Croácia SRETUN USKRS

sábado, 7 de abril de 2012

Desinformação.Voto nulo anula eleição?

O falso poder do voto nulo.
Tempo de eleição também é tempo de enganação. Em todos os sentidos.Mensagem que sempre circula às vésperas das eleições, desde 2004, faz apologia do voto nulo e contém inverdades. Ela tem origem desconhecida, ninguém se responsabiliza pelo seu conteúdo e sua disseminação se faz rapidamente nos meses que antecedem eleições.
Versão de 2004 mistura inconformismo com contestação, tubarão com galinha e propõe a candidatura de golfinho.
versão de 2006 segue linha semelhante.
O fato é que a urna eletrônica não possui a alternativa "Voto nulo". O voto é considerado nulo se o eleitor informar um número inválido. Mas o eleitor pode votar em branco: é só pressionar essa tecla.
Para anular o voto, o eleitor tem de digitar um número inválido e, depois que a máquina informar "
Número incorreto, corrija seu voto", ele deve confirmar o número incorreto, isto é, o voto nulo.
Era bem mais fácil tornar o voto nulo nos tempos em que se usavam cédulas. Bastava escrever uns palavrões, xingar a genitora de um ou de todos os candidatos, mandar os candidatos para um lugar impróprio ou próprio para todos eles e pronto: o voto era decretado nulo pelo juiz eleitoral.
A coisa ficou mais complicada com a chegada das urnas eletrônicas. Falta ao teclado delas, por exemplo, a opção "Vá à m&#d@" como sugeriu Millôr Fernandes. Esse é um dos males da tecnologia :(



Veja o teclado da urna eletrônica.
A diferença entre voto nulo e voto em branco não é muito significativa. Nenhum deles é capaz de anular eleição e sua distinção é uma filigrana jurídica.
Há quem afirme que o voto em branco legitima o sistema político-partidário enquanto que o voto nulo significa votar contra todos.
Trata-se de conceitos duvidosos.
Para ter sua validação confirmada, eles teriam de ser confrontados com o ponto de vista dos eleitores e saber de cada um deles se é isso mesmo: se ele votou em branco reconhecendo que isso legitima o sistema político-partidário, se houve outro motivo e qual o motivo de tal decisão.
A mesma coisa para os eleitores que fazem a opção pelo voto nulo.
A propósito: será que todos os eleitores sabem exatamente o que significa a expressão "legitimar o sistema político-partidário"? Quem construiu essa frase é capaz de explicar o seu significado de modo que todos os eleitores sejam capazes de entender e diferenciá-lo da alternativa "voto nulo"?
Como a grande maioria dos eleitores não considera esses detalhes jurídicos e uma parcela significativa deles é analfabeta essas exegeses (!) ficam restritas a pequenos círculos de ociosos especialistas.
A confusão é aumentada pelo noticiário e por conta de algumas explicações inexplicáveis, sendo que a do TSE é uma verdadeira pérola. Veja o que diz o saite do TSE em sua página de FAQ (
frequently asked questions ou perguntas mais frequentes, in english, of course :)


16. Se 50% dos votos forem brancos ou nulos, faz-se nova eleição?

O Código Eleitoral prevê que se mais da metade dos votos for de votos nulos, será convocada nova eleição ("Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do País nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais, ou do Município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações, e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias”).

Os votos em branco, de forma diversa, não anulam o pleito, pois não são considerados como nulos para efeito do art. 224 do Código Eleitoral (Acórdão nº 7.543, de 03/05/1983).
(Essa pérola foi removida. Melhor assim. Não é sem motivo que Alice, uma de nossas colaboradoras, nos diz: "...na época desse debate com meus amigos, cheguei a escrever para o TSE em busca de mais informações. A resposta deles foi tão confusa que desisti de enviar para meus amigos")
O que se depreende dessa explicação meio torta é que se houver mais da metade de votos nulos haverá novas eleições. Também é o que diz a mensagem e isso não é verdade, pois ela mistura dois conceitos diferentes: VOTO NULO e NULIDADE DA VOTAÇÃO.
A mesma coisa aparece na página do TRE de São Paulo:



Voto branco e voto nulo
Os votos brancos e nulos são subtraídos de todos os cálculos para a totalização dos resultados. Desde a Lei 9.504/97, que vigorou a partir das eleições de 1998, que o voto branco não é considerado para o cálculo do quociente eleitoral.
A única diferença entre os votos brancos e nulos é que, segundo a legislação se houver mais de 50% de votos nulos a eleição será anulada.
Afinal de contas, qual a diferença entre VOTO NULO e NULIDADE DA VOTAÇÃO?Elementar, meu caro Watson. Uma coisa é o voto nulo, o voto atribuído a candidato inexistente. Outra coisa é a nulidade da votação, a nulidade da eleição ou a nulidade do processo eleitoral.
Votos nulos não anulam eleições. O que anula uma eleição é uma das ocorrências mencionadas nos artigos 220 a 222 da LEI Nº 4.737, de 15 de julho de 1965 que Institui o Código Eleitoral:



Capítulo VI
Das nulidades da votação
Art. 220. É nula a votação:
I - quando feita perante mesa não nomeada pelo juiz eleitoral, ou constituída com ofensa à letra da lei;
II - quando efetuada em folhas de votação falsas;
III - quando realizada em dia, hora, ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas;
IV - quando preterida formalidade essencial do sigilo dos sufrágios.
V - quando a seção eleitoral tiver sido localizada com infração do disposto nos §§ 4º e 5º do art. 135. (Incluído pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)
Art. 221. É anulável a votação:
I - quando houver extravio de documento reputado essencial; (Inciso II renumerado pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)
II - quando for negado ou sofrer restrição o direito de fiscalizar, e o fato constar da ata ou de protesto interposto, por escrito, no momento: (Inciso III renumerado pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)
III - quando votar, sem as cautelas do Art. 147, § 2º. (Inciso IV renumerado pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)
a) eleitor excluído por sentença não cumprida por ocasião da remessa das folhas individuais de votação à mesa, desde que haja oportuna reclamação de partido;
b) eleitor de outra seção, salvo a hipótese do Art. 145;
c) alguém com falsa identidade em lugar do eleitor chamado.
Art. 222. É também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação, uso de meios de que trata o Art. 237, ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei."
Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.
Esses artigos referem-se aos casos de votação anulável ou situações que provocam a nulidade do processo eleitoral e não a casos de voto nulo. A nulidade diz respeito a urnas, conjunto de urnas, seção eleitoral.
O voto nulo é decisão pessoal do eleitor. A
nulidade da votação é decisão do juízo eleitoral.
Portanto, uma eleição ou votação é anulável apenas nas circunstâncias descritas nos artigos 220, 221 e 222 da Lei Nº 4.737.
Veja agora o que diz a LEI Nº 9.504 de 30 de setembro de 1997:



Art. 2º Será considerado eleito o candidato a Presidente ou a Governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos.
§ 1º Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação, far-se-á nova eleição no último domingo de outubro, concorrendo os dois candidatos mais votados, e considerando-se eleito o que obtiver a maioria dos votos válidos.
§ 2º Se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação.
§ 3º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer em segundo lugar mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.
Art. 3º Será considerado eleito Prefeito o candidato que obtiver a maioria dos votos, não computados os em branco e os nulos.
§ 2º Nos Municípios com mais de duzentos mil eleitores, aplicar-se-ão as regras estabelecidas nos §§ 1º a 3º do artigo anterior ...
Mais uma vez fica bastante claro que votos brancos e votos nulos não servem para anular eleições. Em todos os casos de eleições majoritárias elegem-se os candidatos que obtiverem a maioria dos votos válidos "...não computados os em branco e os nulos."
É o que estabelece a legislação vigente.
Imagine uma situação inusitada: se 10 eleitores votarem para prefeito, se houver dois candidatos e se a eleição resultar em:

candidato A: 2 votos,
candidato B: 1 voto,
votos brancos e nulos: 7 votos será proclamado eleito o candidato A. Tudo de acordo com as leis vigentes do país.
Não existe a possibilidade mencionada na mensagem: Se nenhum dos candidatos conseguir maioria (mais de 50%) no último turno, as eleições têm que ser canceladas!
E mais: inexistem as possibilidades de
- trocar os candidatos, pois eles se tornariam inelegíveis, e
- a realização de novas eleições.
Veja o que o TSE diz ser voto nulo e o que ele considera voto em branco.
O que ocorre nisso tudo é a interpretação isolada do Art. 224 da LEI Nº 4.737. Esse artigo deve ser interpretado em conjunto com os artigos 220, 221 e 222 pertencentes ao capítulo que trata das nulidades da votação e não isoladamente como faz o próprio TSE em sua página com a 'explicação inexplicável' e que induz ao erro.
(Uma das versões da mensagem de 2006 menciona o Superior Tribunal Eleitoral quando na verdade o que existe é o Tribunal Superior Eleitoral - TSE conforme estabelece o Art. 118 da Constituição Federal.)
Se uma, duas ou várias das situações mencionadas nos artigos 220 a 223 da Lei 4.737 provocarem nulidade de uma votação para cargo majoritário e se essa nulidade for de tal monta que supere os 50% por cento dos votos, aí sim, o juízo eleitoral deverá convocar novas eleições.
Tentando buscar credibilidade, a mensagem manda o incauto internauta ligar
para OAB... Aproveite e ligue também para a Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo, O Diário Catarinense, O Estado do Paraná, A Gazeta do Povo... e todas as revistas e jornais importantes desse país... pois todos eles confirmariam a suposta anulação. É improvável que algum deles dê respaldo a essa história.
Algumas notícias publicadas na imprensa contribuem para aumentar a confusão. Veja o que diz a página Terra - notícias datada de 05 de junho de 2006:

TSE impede que vereador assuma prefeitura no RJ
A decisão definia que o presidente da Câmara Municipal, vereador Mauro Modesto Britto (PFL), ocuparia o cargo de prefeito, interinamente, até que o juiz eleitoral determinasse a realização de novas eleições, uma vez que a soma dos votos nulos com os 42,02% de sufrágios dados ao prefeito afastado (agora também anulados) é maior que 50%, conforme determina o artigo 224 do Código Eleitoral.

Terra Notícias outra vez:
Terça, 23 de novembro de 2004, 10h02
Votos nulos obrigam eleição domingo em 4 cidades
O procedimento é necessário porque o número de votos nulos no primeiro turno da eleição municipal, realizada no dia 3 de outubro, superou em mais de 50% o número de votos válidos, depois de julgados...
[...]
Vários candidatos eleitos que tiveram seus votos computados como nulos (por estarem com seus registros de candidatura indeferidos) continuam aguardando a decisão da Justiça Eleitoral.

Como os registros das candidaturas não haviam sido deferidos, as eleições foram anuladas.
E o Guia Mauá:

    Eleições 2004
    BOCAINA DE MINAS VOLTARÁ AS URNAS
    Com mais de 50% dos votos anulados, a cidade de Bocaina de Minas ... terá de voltar às urnas para escolher seu novo prefeito.
    Os 1765 votos dados a Dito Augusto (PDT) foram considerados nulos, já que sua candidatura foi questionada no TRE-MG.
    No caso de Bocaina fica bem claro que a anulação ocorreu em virtude de o candidato mais votado ter a candidatura questionada pelo TRE-MG e não porque mais de 50% dos eleitores optaram pelo voto nulo.
    Alguns aspectos ou intenções da mensagem são interessantes, pois não há dúvida de que é preciso alijar da cena política brasileira mensaleiros, marotos e marotinhos de plantão. Uma das alternativas apresentada para mudar o quadro seria não votar em branco nem anular o voto, mas votar nos "menos piores".
    O autor da mensagem, na verdade os autores, pois existem várias versões, não reconhecem a existência dos "menos piores": todos são farinha do mesmo saco, todos calçam 40 e coisas que tais.
    Existem políticos sérios, políticos honestos, políticos de idoneidade acima de suspeitas, mas a impressão que se tem é que a maioria deles se serve do cargo para proveito próprio e dos seus patrocinadores. Parece que apenas uma pequena parte deles usa o cargo para servir ao país.
    O episódio recente dos mensaleiros e o escândalo que resultou na renúncia de Severino Cavalcanti (PP-PE), então na presidência da Câmara dos Deputados e pertencente a um dos partidos supostamente mais envolvidos no caso do mensalão, contribuem para a desconfiança em todos os políticos brasileiros.
    Quanto a decisões e interpretações do TSE vale a pena conhecer as preocupações apresentadas no blog do Claudio Weber Abramo (08-06-2006):


O fim dos tempos
O recuo do Tribunal Superior Eleitoral na decisão da verticalização, noticiado hoje, marca talvez o ponto mais baixo de um período em que as decisões das cortes superiores se notabilizaram pela suspeição.
Pessoalmente, não sei se a decisão revertida (impedir que partidos que não participem de coligações nacionais se aliem à vontade nos estados) tinha a melhor sustentação jurídica. Mas sei que, se num dia um tribunal decide algo por 6 a 1 e no dia seguinte volta atrás por 7 a 0, algo de muito esquisito anda governando as considerações judicantes.
O Judiciário é onde os conflitos da sociedade se resolvem. Se esse poder age como barata-tonta, hoje decidindo algo para amanhã se desdizer, tudo isso eivado daquele linguajar intolerável dos "juristas" (advogado alfabetizado de verdade não fala daquele jeito), qual segurança alguém pode ter em qualquer decisão surgida daquelas cabeças?
...
mais > >
Veja também o artigo de Mailson da Nóbrega
TSE: a mensagem que deseduca: (Página não disponível em setembro de 2010.)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está deseducando o público na mensagem para orientar o eleitor na escolha do candidato a governador. “O governador é um dos mais importantes servidores do Estado. Ele escolhe a equipe de governo, define o rumo das políticas públicas, e decide como e onde gastar o dinheiro dos impostos”. As duas últimas afirmações são um completo equívoco, pois descrevem atribuições do Poder Legislativo.
E pra finalizar: a mensagem é mentirosa e induz o eleitor a erro.
É verdade que os corruptos, os mensaleiros, os partidos de aluguel devem ser afastados da cena política brasileira. Votar em branco ou anular o voto nada ajuda na realização das mudanças necessárias.
A propósito: você ainda se lembra em quem votou pra deputado federal, deputado estadual, senador e vereador? Nas próximas eleições, anote o nome de cada um deles, veja como eles se comportam ao longo do mandato, veja se eles se envolvem em maracutaias e se eles vão integrar a turma dos mensaleiros. Coisa que sempre existiu. Todos sabem disso.
Use a Internet para conversar com eles, mande mensagens e veja qual a atenção que deles recebe. Se ele não der atenção ao eleitor, ao cidadão que ele representa, qual a consideração que merece do eleitor?




sexta-feira, 6 de abril de 2012

5 motivos para largar o refrigerante

O refrigerante pode ser tão viciante para algumas
pessoas, que até mesmo o simples som da latinha
sendo aberta já é o suficiente para que a boca se
encha de água. Mas infelizmente o que a bebida
faz no seu organismo não é nada parecido com o
sabor apresentado. Confira agora quais são as
principais razões para que você deva parar de
tomar – ou pelo menos diminuir o consumo – de
refrigerantes. Acredite: sua saúde agradece.
1. Quanto açúcar, quanta gordura
O que mais existe em um copo de refrigerante é
açúcar. O maior problema disso é que esse tipo de
substância faz com o que corpo entenda que está
sendo nutrido (o que não acontece de verdade) e
libere enzimas que podem catalisar a energia
proveniente do “alimento”. Como não há nada de
nutritivo, o açúcar é armazenado como gordura e o
organismo ainda perde vitaminas e minerais.
2. Diet é uma mentira
Você pode até acreditar que os refrigerantes
dietéticos foram feitos para quem quer emagrecer,
mas a ciência diz que o que acontece é exatamente
o oposto. Conforme mostrado nesta notícia do
Tecmundo, os refrigerantes “Zero” e Light possuem
substâncias que imitam o açúcar, fazendo com que
o organismo compreenda que a glicose está sendo absorvida.
O problema é que, como isso não acontece
realmente, o corpo humano faz com que o consumo
de açúcar seja compensado em seguida, o que pode
causar uma ingestão exagerada de açúcar, uma vez
que a necessidade precisa ser suprida rapidamente.
3. A toxicidade das latinhas
Latinhas de refrigerante não são completamente
isoladas do líquido. Por serem revestidas com uma
resina chamada bisfenol (a mesma substância que
contaminou boa parte do dinheiro brasileiro), as
peças metálicas podem aplicar um efeito
diretamente em disfunções hormonais que
influenciam desde a obesidade até a ocorrência de câncer.
4. Cafeína demais, pressão demais
Você sabe quais são os tipos de refrigerantes
mais consumidos no Brasil? São os que possuem
base em cola ou guaraná. Isso significa que o
consumo de cafeína (algo em que ambos são muito
ricos) é enorme por todos aqueles que bebem
refrigerantes. Pela substância ser responsável
por dilatações dos vasos sanguíneos, excitação e
liberação de adrenalina, o aumento da pressão
arterial está intrinsicamente ligado ao consumo de refrigerantes.
5. Muita química para o corpo humano
O que existe de natural nos refrigerantes é uma
parte ínfima em comparação com as quantidades de
xarope, aromatizantes, acidulantes, açúcares,
corantes e adoçantes existentes nos líquidos. Em
suma, eles são compostos por muita química – que
pode ser utilizada até mesmo para dissolver um
rato e ossos –, o que pode causar vários danos à saúde.