sexta-feira, 6 de abril de 2012

Páscoa - tempo de partilhar

Páscoa é libertação,
é amor e renovação
da fé, em Nosso Senhor.
Ele, sua vida nos deu
demonstrando seu imenso amor.

Sim por nós Ele morreu
mas na glória ressuscitou.
A mensagem que a Páscoa traz
é de amor alegria e esperança,
de que no mundo possa haver paz.

Abramos o coração,
Páscoa é tempo de partilhar
tempo de doar, de fraternidade e comunhão.
É tempo de amar
e ao próximo estender a mão.

Aleluia! Aleluia! Cristo ressuscitou!
E entre nós Ele ficou.
                

Educa Tube: Visão panorâmica das pirâmides do Egito

Educa Tube: Visão panorâmica das pirâmides do Egito: A incrível imagem acima, trata-se de visão panorâmica das pirâmides do Egito , e foi indicação, via Facebook, de meu irmão Sérgio Klaes R...

quinta-feira, 5 de abril de 2012

PARA QUE POÇAS VENCER

Não deixe que a cegueira a raiva e a mesquinharia,te cubram os olhos te detendo o olhar na lama.
Que cobre os pés daquele que não visualiza,onde pizas,mesmo que as tuas vistas escureçam como o breu
da noite,manten-te firme nos caminhos que escolheste,quando o sol ainda se fazia presente.
busca na,claridade do espirito,e na leveza do teu coração a direção certa para que teus pés,não sigam
o destino incerto,Aquele que dedica sua vida ao evangelho e a caridade,tem por compromisso e dever seguir na retidão,sem que seja preciso estar sendo cobrado de dia e de noite,pelos atos impensados e por hobras mal construidas por orações mal dirigidas,por pensamentos enganosos por gestos ou atitudes que posam macular a alvura das tuas vestes,concentre-te na luz para que as trevas não venham a agradar teus olhos
e te sirva de abrigo,segue pois o teu caminho ,sem deichar que as estrelas que brilham na terra te tirem,
a alegria de olhar para o céu e te encantar com o firmamento,não permita que a iluzão te faça ver flores onde só existem espinhos,persevera no trabalho pelos que sofrem,pelos humildes pelos doentes,por os que precisam de amparo de entendimento,e de luz a clarear seus caminhos.

Emanuel,,,,,
7-2-2011
mensagem,psicografada,por Marlene de goes

Mundo Animal

Formiga lambe companheira para se 'vacinar'

Estudo mostra como formigas adquirem proteção contra infecções

formigas Formigas saudáveis removem fungo de inseto infectado através de "grooming", processo de limpeza comum entre insetos sociais (Matthias Konrad, IST Austria )
Pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia da Áustria publicaram um artigo no periódico PLoS Biology mostrando que um grupo de formigas adquiriram imunização ao lamber o fungo que infectava uma companheira. O processo, conhecido como "imunização social", foi comprovado pelo estudo coordenado pela professora Sylvia Cremer.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Social Transfer of Pathogenic Fungus Promotes Active Immunisation in Ant Colonies

Onde foi divulgada: periódico PLoS Biology

Quem fez: grupo de pesquisadores liderado pela Prof. Sylvia Cremer

Instituição: Instituto de Ciência e Tecnologia da Áustria

Dados de amostragem: formigas Laisus

Resultado: Formigas Laisus em contato com fungos Metarhizium anisopliae podem promover a imunização social de sua colônia.
Para realizar o estudo, o grupo de pesquisadores colocou uma formiga infectada por fungo, com marcação fluorescente, em contato com um grupo saudável. Depois, verificaram como o fungo se espalhou. Após dois dias de convívio entre os insetos, foi constatado um baixo nível de infecção.
Pesquisadores apontaram o grooming (processo em que o grupo ajuda a remover parasitas uns dos outros, comum entre insetos sociais) como um dos responsáveis pelo baixo nível de contaminação, já que ele provoca a imunização dessas formigas.
Metodologia e resultados — Os estudos realizados pelo grupo de Cremer foram feitos com formigas Laisus infectadas pelo fungo Metarhizium anisopliae, que comumente ataca esses insetos. Ainda que o contato social tenha trazido redução no nível de infecção dessas formigas, o mesmo resultado não foi alcançado na exposição desses insetos a bactérias e vírus.
A pesquisa tinha como objetivo verificar ainda se a imunidade aos fungos foi adquirida de forma ativa ou passiva, ou seja, se os anticorpos foram produzidos pelos indivíduos saudáveis ou se foram transferidos diretamente pela formiga infectada. O processo de grooming mostra ainda que o contato direto com o fungo provoca a imunização dos indivíduos saudáveis contra esse parasita, tratando-se de imunização ativa.

VEJA

 

Perda de amores

Perdi meu filho! Perdi minha filha!
Estas são expressões lacrimosas de pais vestidos de dor, pela morte dos seus filhos.
A lógica humana pondera que os pais devam morrer antes dos filhos. Seria a ordem natural das coisas. - Comenta-se.
No entanto, a vida tem suas próprias diretrizes e não segue a lógica que se lhe tenta determinar.
Cada ser tem seu tempo certo de vida. Seu momento de partir.
Cada criatura traz, ao nascer, a programação que estabelece o quantum de anos deva transitar sobre a Terra.
Por isso, inúmeras vezes, partem antes os filhos do que seus pais.
Isso sem se falar das mortes que ocorrem por conta e risco da imprudência, dos desatinos, das inconsequências mundanas.
De toda forma, o processo de separação pela morte é extremamente doloroso, na Terra.
Acostumados à vestimenta carnal, grosseira, impedidos de ver o mundo invisível, que nos cerca, choramos a ausência dos que nos disseram o grande adeus, na aduana da morte.
Chorando e lamentando, falamos de perda. Mas, como escreveu José Saramago: Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo.
Eis o ponto. Ninguém perde ninguém. Os filhos nos são confiados à guarda pela Divindade. Os pais nos são oferecidos como portos de segurança.
Cada pessoa que nos conquista a afeição pode permanecer conosco um tempo mas, bem poderá ser convidada ao retorno, antes de nós.
Compete-nos, portanto, estarmos preparados a fim de que não detenhamos as lutas porque alguém se foi. Não nos vistamos de crepe porque a morte arrebatou o ser amado do nosso lado.
Sobretudo não utilizemos palavras como perda, pois que o que se verifica é a ausência da presença física.
Os que partem prosseguem nutrindo por nós os mesmos sentimentos.
Se nos amam, envolvem-nos com seus abraços espirituais de forma constante. De onde se encontrem, trabalhando no bem, crescendo no progresso, nos enviam suas mensagens de luz.
Aguardam-nos, a cada noite, o desprendimento do corpo para dialogarem conosco mais intensamente. E nos abençoam as lembranças, fazendo-nos tudo recordar como um delicado sonho, ao despertar.
Alegram-se com nossas conquistas. Fazem-se presentes em nossas festividades e nos enxugam as lágrimas, nos dias de desolação.
Alimentam a nossa saudade com suas sutis presenças e, vez ou outra, espalham o perfume do seu amor, causando-nos doces emoções.
Incentivam-nos nas lutas de cada dia e aguardam, paciente e amorosamente, que os anos transcorram a fim de que se processe o reencontro.
Eles nos disseram Até logo mais, não Adeus.
Afetos ausentes. Não perdidos, nem desaparecidos.
Pensemos nisso e reformulemos nossos pensamentos e palavras.
Redação do Momento Espírita.
Em 02.04.2012

Aposentado que se suicidou na Grécia deixou um bilhete

Suicídio comoveu o país e provocou enormes protestos em Atenas
Mais de mil pessoas depositaram flores, velas e mensagens na árvore em que o idoso cometeu suicídio Mais de mil pessoas depositaram flores, velas e mensagens na árvore em que o idoso cometeu suicídio (John Kolesidis / Reuters)
O farmacêutico aposentado que comoveu a Grécia ao cometer suicídio com um tiro na praça mais movimentada de Atenas, em protesto pela crise econômica do país, deixou um bilhete de despedida no qual lamenta a pobreza e a falta de esperança que vive seu país. O idoso de 77 anos, que se matou sob uma árvore na Praça Syntagma na manhã de quarta-feira, a apenas 100 metros do Parlamento, afirma, em seu bilhete, que a austeridade do governo acabou com sua pensão e o deixou na mais completa penúria.
Ele também comparou o governo, que está implementando medidas econômicas impopulares em troca de empréstimos da UE-FMI, ao regime imposto pelas forças nazistas de ocupação em 1941. "O governo de ocupação literalmente dizimou minha habilidade de sobreviver, baseada em uma pensão respeitável pela qual eu paguei por 35 anos", afirma um trecho da carta divulgada pela imprensa.
"Eu não encontro outra solução para um fim digno antes de começar a revirar o lixo para me alimentar", completou no bilhete, que teria sido escrito com tinta vermelha. Uma fonte policial afirmou que o idoso tinha câncer.
Crise - Dezenas de milhares de gregos perderam os empregos no último ano. A taxa de desemprego atinge quase 25% da força de trabalho do país. As autoridades aplicam um rígido plano econômico desde 2010, quando a Grécia foi obrigada a recorrer à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional por empréstimos de resgate, depois que os juros dos empréstimos atingiram o teto.
Para assegurar os empréstimos, a Grécia foi obrigada a cortar de maneira drástica os gastos estatais e reduziu os salários de funcionários civis e pensionistas em mais de 40%. A Praça Syntagma é cenário há dois anos de protestos contra as medidas de austeridade, que pretendem retirar a Grécia da crise fiscal.
Protesto - Mais de mil pessoas compareceram ao local na tarde de quarta-feira, convocadas por mensagens nas redes sociais. Elas depositaram flores, velas e mensagens na árvore em que o idoso cometeu suicídio. Algumas cartas deixadas no local convocavam uma "revolta do povo".
Um grupo de 50 jovens entrou em conflito com a polícia. Os manifestantes jogaram pedras nos agentes, que responderam com bombas de gás lacrimogêneo durante uma tentativa de invasão a um hotel de luxo. Pelo menos dois jornalistas foram algemados na confusão, apesar das tentativas de identificação.
"Eu me identifiquei como um jornalista, mas a polícia antidistúrbios me algemou assim mesmo", afirmou o repórter George Gerafentis, do canal estatal NET. A emissora exibiu imagens de uma jornalista sendo empurrada para o chão e a tentativa de agressão contra a repórter de um policial. Uma investigação foi iniciada sobre o incidente. Dez pessoas foram detidas e liberadas mais tarde.
(Com agência France-Presse)

O ESPÍRITA E A PÁSCOA - A PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA

pasc
Mensagem espírita sobre a páscoa Jesus, quando esteve ...na terra, trouxe uma mensagem totalmente inovadora, baseada no perdão, no amor e na caridade.
Para aquele povo ainda tão materialista e primitivo foi difícil aceitar um novo Messias manso e pacífico, quando esperava um líder guerreiro e libertador da escravidão.
Os governantes da época temeram ser ele um revolucionário que ameaçaria o poder por eles constituído.
Por esses motivos, Jesus foi condenado à morte, crucificado, maneira pela qual os criminosos eram executados. Como um ser de elevada evolução reapareceu em espírito - não em corpo material - aos apóstolos e a várias pessoas.
Assim ele comprovou a existência do espírito, bem como a sobrevivência após a morte física e incentivou a continuidade da divulgação de sua mensagem, missão essa desempenhada pelos apóstolos e seus seguidores.
A ciência já comprovou a impossibilidade da ressurreição, ou seja, voltar a viver no mesmo corpo físico após a morte deste, pois poucos minutos após a morte os danos causados ao cérebro são irreversíveis, já se iniciando o processo de decomposição da matéria.
Jesus, portanto, só se mostrou com o seu corpo perispirítico, o que explica o fato de só ter sido visto pelos que ele quis que o vissem. Se ele ressuscitasse em seu corpo carnal estaria contrariando as leis naturais, criadas por Deus.
Sabemos que para Deus nada é impossível, portanto poderia Ele executar milagres.
Mas iria Ele derrogar as leis que Dele próprio emanaram?
Seria para atestar seus poderes?
O poder de Deus se manifesta de maneira muito mais imponente pelo grandioso conjunto de obras da criação e pela sábia previdência que essa criação revela, desde as partes mais gigantescas às mínimas, como a harmonia das leis que regem o universo.
Através do Espiritismo compreendemos que não existem milagres, nem fatos sobrenaturais.
A Doutrina codificada por Allan Kardec não possui dogmas, rituais, não institui abstinências alimentares, nem possui comemorações vinculadas a datas comerciais e cívicas. Por isso os espíritas não comemoram a morte nem o reaparecimento de Jesus.
O Espiritismo nos ajuda a entender os acontecimentos da passagem de Jesus no plano terra e esclarece que a Páscoa é uma festividade do calendário adotada em nossa sociedade por algumas religiões.
Para os espíritas a Páscoa, como qualquer outro período do ano, deve ser um momento de reflexão, estudos e reafirmação do compromisso com os ensinamentos do mestre, a fim de que cada um realize dentro de si, e no meio em que vive, o reino de paz e amor que ele exemplificou.
O maior milagre que Jesus operou, o que verdadeiramente atesta a sua superioridade, foi a revolução que os seus ensinamentos produziram no mundo, apesar da exigüidade dos seus meios de ação.
Texto Publicado no Boletim informativo do Grupo Espírita Seara do Mestre. Formatação*Carlos Roberto

pascoa


Eis-nos, uma vez mais, às vésperas de mais uma Páscoa. Nosso pensamento e nossa emoção, ambos cristãos, manifestam nossa sensibilidade psíquica. Deixando de lado o apelo comercial da data, e o caráter de festividade familiar, a exemplo do Natal, nossa atenção e consciência espíritas requerem uma explicação plausível do significado da data e de sua representação perante o contexto filosófico-científico-moral da Doutrina Espírita.

Deve-se comemorar a Páscoa? Que tipo de celebração, evento ou homenagem é permitida nas instituições espíritas? Como o Espiritismo visualiza o acontecimento da paixão, crucificação, morte e ressurreição de Jesus? Em linhas gerais, as instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”. Todavia, o sentimento de religiosidade que é particular de cada ser-Espírito, é, pela Doutrina Espírita, respeitado, de modo que qualquer manifestação pessoal ou, mesmo, coletiva, acerca da Páscoa não é proibida, nem desaconselhada.

O certo é que a figura de Jesus assume posição privilegiada no contexto espírita, dizendo-se, inclusive, que a moral de Jesus serve de base para a moral do Espiritismo. Assim, como as pessoas, via de regra, são lembradas, em nossa cultura, pelo que fizeram e reverenciadas nas datas principais de sua existência corpórea (nascimento e morte), é absolutamente comum e verdadeiro lembrarmo-nos das pessoas que nos são caras ou importantes nestas datas. Não há, francamente, nenhum mal nisso. Mas, como o Espiritismo não tem dogmas, sacramentos, rituais ou liturgias, a forma de encarar a Páscoa (ou a Natividade) de Jesus, assume uma conotação bastante peculiar. Antes de mencionarmos a significação espírita da Páscoa, faz-se necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento.

A Páscoa, primeiramente, não é, de maneira inicial, relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus. Veja-se, por exemplo, no Evangelho de Lucas (cap. 22, versículos 15 e 16), a menção, do próprio Cristo, ao evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.” Evidente, aí, a referência de que a Páscoa já era uma “comemoração”, na época de Jesus, uma festa cultural e, portanto, o que fez a Igreja foi “aproveitar-se” do sentido da festa, para adaptá-la, dando-lhe um novo significado, associando-o à “imolação” de Jesus, no pós-julgamento, na execução da sentença de Pilatos.

Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e alimentada pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”, uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola, da qual saciavam a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir do evento bíblico denominado “êxodo” (fuga do povo hebreu do Egito), em torno de 1441 a.C., passaram a ser reverenciadas juntas. É esta a Páscoa que o Cristo desejou comemorar junto dos seus mais caros, por ocasião da última ceia. Logo após a celebração, foram todos para o Getsêmani, onde os discípulos invigilantes adormeceram, tendo sido aí o palco do beijo da traição e da prisão do Nazareno.

Mas há outros elementos “evangélicos” que marcam a Páscoa. Isto porque as vinculações religiosas apontam para a quinta e a sexta-feira santas, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus – tão bem retratado no filme hollywoodiano “A Paixão de Cristo”, segundo Mel Gibson –, e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus.

No que concerne à ressurreição, podemos dizer que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da mantença da estrutura corporal do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, em virtude do apodrecimento e deterioração do envoltório físico. As Igrejas cristãs insistem na hipótese do Cristo ter “subido aos Céus” em corpo e alma, e fará o mesmo em relação a todos os “eleitos” no chamado “juízo final”. Isto é, pessoas que morreram, pelos séculos afora, cujos corpos já foram decompostos e reaproveitados pela terra, ressurgirão, perfeitos, reconstituindo as estruturas orgânicas, do dia do julgamento, onde o Cristo separará justos e ímpios.

A lógica e o bom-senso espíritas abominam tal teoria, pela impossibilidade física e pela injustiça moral. Afinal, com a lei dos renascimentos, estabelece-se um critério mais justo para aferir a “competência” ou a “qualificação” de todos os Espíritos. Com “tantas oportunidades quanto sejam necessárias”, no “nascer de novo”, é possível a todos progredirem.

Mas, como explicar então as “aparições” de Jesus, nos quarenta dias póstumos, mencionadas pelos religiosos na alusão à Páscoa? A fenomenologia espírita (mediúnica) aponta para as manifestações psíquicas descritas como mediunidades. Em algumas ocasiões, como a conversa com Maria de Magdala, que havia ido até o sepulcro para depositar algumas flores e orar, perguntando a Jesus – como se fosse o jardineiro – após ver a lápide removida, “para onde levaram o corpo do Raboni”, podemos estar diante da “materialização”, isto é, a utilização de fluido ectoplásmico – de seres encarnados – para possibilitar que o Espírito seja visto (por todos). Igual circunstância se dá, também, no colóquio de Tomé com os demais discípulos, que já haviam “visto” Jesus, de que ele só acreditaria, se “colocasse as mãos nas chagas do Cristo”. E isto, em verdade, pelos relatos bíblicos, acontece. Noutras situações, estamos diante de uma outra manifestação psíquica conhecida, a mediunidade de vidência, quando, pelo uso de faculdades mediúnicas, alguém pode ver os Espíritos.

A Páscoa, em verdade, pela interpretação das religiões e seitas tradicionais, acha-se envolta num preocupante e negativo contexto de culpa. Afinal, acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, numa alusão descabida de que todo o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”, dos nossos próprios erros, ou dos erros cometidos por nossos ancestrais, em especial, os “bíblicos” Adão e Eva, no Paraíso. A presença do “cordeiro imolado”, que cumpre as profecias do Antigo Testamento, quanto à perseguição e violência contra o “filho de Deus”, está flagrantemente aposta em todas as igrejas, nos crucifixos e nos quadros que relatam – em cores vivas – as fases da via sacra.

Esta tradição judaico-cristã da “culpa” é a grande diferença entre a Páscoa tradicional e a Páscoa espírita, se é que esta última existe. Em verdade, nós espíritas devemos reconhecer a data da Páscoa como a grande – e última –lição de Jesus, que vence as iniqüidades, que retorna triunfante, que prossegue sua cátedra pedagógica, para asseverar que “permaneceria eternamente conosco”, na direção bussolar de nossos passos, doravante.

Nestes dias de festas materiais e/ou lembranças do sofrimento do Rabi, possamos nós encarar a Páscoa como o momento de transformação, a vera evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar “coordenando” o processo depurativo de nosso orbe.

Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida.

Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que O imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por Ele, qual seja a de “sermos deuses”, “fazendo brilhar a nossa luz”. Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena.
Por Marcelo Henrique
Sites Terra Espiritual e FEAL

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Excesso de água é mais mortal do que desidratação


Por Bernardo Staut 
Sempre ouvimos que devemos nos manter constantemente hidratos, principalmente quando praticamos exercícios ou no verão. Mas quando bebemos água em excesso, podemos desenvolver uma perigosa, mas pouco conhecida condição chamada de hiponatremia. Ela acontece quando há pouca concentração de sódio no sangue, levando a confusão mental, perda de consciência e convulsões.
A desidratação acontece quando o conteúdo de água no corpo é menor do que o normal, aumentando a concentração de sais e açúcar. Mas de acordo com muitos especialistas, milhares de pessoas – em especial maratonistas e esportistas de provas longas – podem estar colocando a saúde em risco ao tomar líquido demais.
O professor da Universidade de Cape Town, Timothy Noakes, que estuda o assunto há décadas, afirma que o perigo de desidratação durante exercícios longos vem sendo muito exagerado, resultando em um aumento de casos de hiponatremia associada ao exercício. Ele alerta aos corredores que o consumo exagerado de água ou bebidas esportivas antes, durante ou após o exercício pode levar a um fim potencialmente fatal.
“Não há uma única menção na literatura médica de que a desidratação foi a causa direta de alguma morte em uma maratona”, comenta Noakes. “Mas a hiponatremia resultou em pelo menos 12 mortes entre esse tipo de atleta. E já foram documentados 1.600 casos no mundo”.
Muitos corredores sentem que precisam beber água sempre que podem, mesmo que não estejam com tanta sede, com medo de se desidratar, afirma o cardiologista Sanjay Sharma. Os maratonistas são o principal alvo, já que são necessárias cerca de quatro horas de “bebedeira” em excesso para causar uma hiponatremia.
A discussão sobre a quantidade certa de água durante um exercício ainda gera controvérsias. Alguns especialistas dizem que só se deve beber quanto se tem sede, enquanto outros dizem que os esportistas devem treinar para que consigam beber sempre um pouco mais do que o corpo pede.
Uma dica para aqueles que correm maratonas é se pesar antes e depois da prova. O esperado é que se perca dois por cento do peso corporal; se você estiver pesando o mesmo, você bebeu líquidos demais. E sempre atentar para os sinais corporais, como tontura, vômitos, náusea e dores de cabeça. Esses podem ser os primeiros sinais de uma possível hiponatremia. [Telegraph]

Doenças: causas e profilaxia

"Na raiz de qualquer enfermidade encontra-se a distoniado Espírito, que deixa de irradiar vibrações harmônicas,
rítmicas, para descarregá-las com baixo teor..."
- Joanna de Ângelis
Há que se conhecer os mecanismos do equilíbrio da Vida a fimde evitar-se as situações que possam levar à desarmonia no meio ambiente em quevivemos, provocando as grandes quedas nas distonias geradoras de males semconto...
Trabalho, meditação, vigilância e oração são termos daequação da harmonia.
Emmanuel enumera algumas situações nas quais,imprevidentemente, resvalamos, caindo no domínio da perturbação e da sombra.São elas:
"Cabeça desocupada; mãos improdutivas; palavrairreverente; conversa inútil; queixa constante; opinião desrespeitosa; tempoindisciplinado; atitude insincera; observação pessimista; gesto impaciente;conduta agressiva; comportamento descaridoso; apego demasiado; decisãofacciosa, comodismo exagerado; afeição intemperante..."
No mesmo patamar dos estudos costumeiramente realizados porAndré Luiz e Manoel P. de Miranda, respectivamente através das mediunidades deFrancisco C. Xavier e Divaldo Franco, vem agora Joanna de Ângelis porintermédio deste afirmar:
"A Vida orgânica é resultado da harmonia vibratória doser que equilibra as células nos campos onde se aglutinam, dando forma aosórgãos e estas ao corpo físico, com suas complexidades, através das quaisexterioriza o psiquismo.
Um erro de comunicação entre a consciência e o corpofavorece a desorganização molecular, propiciando a instalação de doenças.
Em razão da causalidade física, moral ou emocional, odistúrbio surgirá nos equipamentos correspondentes, daí decorrendo os fenômenosperturbadores.
A energia vitalizadora que o Espírito irradia, preservando aharmonia psicofísica, resulta dos pensamentos e atos a que o mesmo se afervora.
A enfermidade de qualquer natureza é uma guerra que seapresenta nas paisagens do ser. Encontrando dissonantes os campos vibratóriosque constituem os equipamentos da maquinaria humana, instalam-se as colôniasmicrobianas perniciosas, que passam a predominar no organismo. Os macrófagos,encarregados de defender as outras células, face à deficiência energéticadeixam-se destruir e perdem a força que os vitaliza, cedendo espaço aosinvasores maléficos.
(...) Na mesma ordem estão os conflitos, os transtornospsicológicos, os distúrbios fóbicos e outros da área psiquiátrica. Mesmo quandoa sua psicogênese se encontra na hereditariedade, nos fatores estressantes, nossócio-econômicos, nos psicossociais e emocionais, as causas reais se originamdo ser espiritual, que é sempre o agente de todos os acontecimentos que dizemrespeito ao ser humano.
Esse feixe de energia pensante, que é o Espírito, age, e, aofazê-lo, preserva a capacidade que lhe é peculiar ou perturba-a de acordo com odirecionamento das suas manifestações.
Exteriorizada a ação, mental ou física, ondas de energiacarregadas de força viajam no rumo que objetiva, e, conforme a sua qualidade -positiva ou negativa - potencializa ou desconectam os núcleos do corpointermediário - perispírito - resultando em capacidade de saúde oureceptividade a doenças.
Para o tentame do reequilíbrio e bem-estar, a interiorizarãodo ser e o pensamento carregado de amor constituem os valores que reparam asengrenagens supersensíveis do modelo organizador biológico, restabelecendo-lhea harmonia e, no caso psíquico, refazendo os campos nos quais se movimentam osneuropeptídios e outras células nervosas.
Todo conflito procede do ser que pensa, do direcionamentodas suas aspirações, das suas atitudes próximas como remotas.
(...) Nunca será demasiado propor-se elevação moral erenovação espiritual ao ser humano, autor do próprio destino, considerando-seque, de acordo com aquilo que aspire e faça, proporcionará a si mesmo, hoje oumais tarde, o resultado da sua escolha.
Introspecção, alegria, reflexão, cultivo de idéiassuperiores, oração, constituem terapias avançadas, com os seus efeitosvibracionais positivos, em favor de quem os mantenha, produzindo saúde pelarecomposição do equilíbrio psicofísico
(Rogerio Coelho )